AVISO

Querido leitores de momento o Cold Blood Fanfics encontra-se em manutenção.

Voltaremos em princípio ainda este mês com mais novidades, colunas novas, entrevistas com autores de fanfics, etc..., provavelmente também com uma nova cara.

Por isso, se virem novos conteúdos no blog, não se "assustem" nem pensem que voltamos ao ativo.

Quando estivermos terminando postaremos uma mensagem.

Obrigada pela atenção.

A Equipa do CBF

Lua Vermelha: Capitulo 91

"Aprendi que não importa
em quantos pedaços seu coração foi partido,
o mundo não pára para que você o conserte.
Aprendi que o tempo não é algo que possa voltar..."

Impossível resistir

Jilie e eu ficamos conversando durante um tempo, ela era muito divertida, o tipo de pessoa que não via tempo ruim pra nada, mais que defendia com "unhas e dentes" as pessoas que ela amava.
-Isabell, eu gostei de você, fico feliz por você e Symon estarem juntos, gosto mais de você do que... - ela hesitou.
Percebi quem ela ia falar, Symon tinha me contado o que aconteceu com Catherine, e como ele tinha ficado quando ela morreu, um arrepio percorreu por todo meu corpo fazendo meu estômago revirar.
-Foi muito triste o que aconteceu com ela não foi? - perguntei.
Ela assentiu.
-Eu não gosto nem de lembrar - disse - Entende agora porque fiz aquela pergunta a você? Não quero ver ele passar por aquilo novamente - murmurou.
-Nem eu quero que passe por isso - falei, tão baixo que acho que ela não escutou.
Segundos depois o telefone tocou.
-Alô? - ela atendeu - Hoje? Não, pode vir, não vai ter problema; vou ficar esperando, tchau - ela desligou e olhou pra mim nervosa.
-O que foi? - perguntei.
-Vou ter que sair, meu pai está vindo - disse ela.
-Tudo bem, eu volto depois - falei.
-Não é pra você ir embora, quero que faça um favor pra mim - ela parou pegando a bolsa e umas chaves - Acorde Symon. - e saiu de casa.
Eu fiquei ali parada olhando pra porta sem reação por uns segundos, não podia fazer aquilo.
Como ia acordar ele?
Respirei fundo algumas vezes pensando e andei ate o quarto dele, a porta estava entreaberta, um convite silencioso para entrar.
Abri a porta devagar sem fazer barulho. Ele estava deitado na cama com a barriga pra cima com uma das mãos no abdome usando apenas uma bermuda jeans.
Me aproximei um pouco dele, o caração acelerando a cada passo que eu dava.

(...)


To be continued...

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