AVISO

Querido leitores de momento o Cold Blood Fanfics encontra-se em manutenção.

Voltaremos em princípio ainda este mês com mais novidades, colunas novas, entrevistas com autores de fanfics, etc..., provavelmente também com uma nova cara.

Por isso, se virem novos conteúdos no blog, não se "assustem" nem pensem que voltamos ao ativo.

Quando estivermos terminando postaremos uma mensagem.

Obrigada pela atenção.

A Equipa do CBF

Lua Vermelha: Capitulo 93

Almoço em família

Depois que Julie comprimento seu pai e depois de uma breve conversa. Ela e eu fomos para a cozinha preparar o almoço e deixamos eles conversando na sala.
Quando Symon comprimento seu pai vi o quanto ele sentia sua falta e que fazia algum tempo que eles não conversavam direito.
-O que vamos fazer? - perguntei a Julie.
-Hum... ainda não sei. O que você sabe fazer? - disse ela.
Pensei num prato que Esme ensinara a fazer uma vez e pensei numa torta que ela também me ensinara para sobremesa.
Julie achou otima a ideia e nós começamos a preparar.
Não demorou muito pra que tudo ficasse pronto. Eu ajudei a por a mesa e a colocar o almoço.
-O que é isso? - perguntou Symon sentando na mesa - Está com um cheiro muito bom.
-Ideia de Isabell - disse Julie sorrindo pra mim.
-Serio? - Symon arqueou as sobrancelhas.
-Não foi nada - dei de ombros.
Nós servimos e começamos a comer.
Durante o almoço observei algumas semelhanças entre Julie e Steve, eles não eram tão parecidos assim quanto eu imaginava, apesar de terem os mesmos olhos e o tom de pele um pouco parecido com o dele.
Depois que acabamos de comer a sobremesa, voltamos para a sala e ficamos sem dizer nada por uns instantes.
Steve suspirou.
-Essa casa me traz muitas lembranças - disse ele parecendo um pouco triste.
Olhei pra Symon, ele estava olhando pra Julie de um jeito estranho.
-Faz muito tempo que não vem aqui? - perguntei já sabendo a resposta, o silencio que se formava era constrangedor, tinha que fazer alguma coisa.
-Não muito, mais evito o máximo, pois Julie e Symon moram aqui - respondeu.
-Porque eles não quiseram ir embora também?
-Já eram grandes, sabiam o que queriam, então... mais nunca deixei de apoia-los - respondeu ele.
Symon e Julie não falaram nada.
-Conte-nos como conheceu a mamãe - pediu Julie.
-Você já sabe como foi - protestou Symon.
-Sim, mais Isabell não.
-Ah, não precisa...
-Tudo bem, hoje já não é tão difícil assim pra mim - falou.
Imaginei como ele deve ter sofrido depois que ela faleceu.
Ele estava desanimado e via sua tristeza em sua voz, não queria que ele contasse a história para que não sofresse mais.
-Só não me pessão para entrar em detalhes por favor - disse.
Nós três concordamos.

(...)

Ele contou toda a história sem entrar muito em detalhes como havia dito. Era uma história linda, desde quando eles se conheceram até quando ela faleceu.
E como eu tinha imaginado o lado Quileute da família, era mesmo o dela.
-Bem crianças, foi otimo passar o dia com voces, mais agora eu preciso ir - Steve falou.
Olhei para o relógio e vi a hora, mal tinha percebido ela passar, já anoitecera.
-Já? dorme aqui esta noite - Julie pediu.
-Você sabe que não posso - murmurou - Eu ainda tenho um bom pedaço de chão pela frente.
Nos levantamos e o acompanhamos ele até seu carro.
-Fiquei feliz em te conhecer Isabell - ele falou sorrindo levemente.
-Também gostei muito - eu disse.
-Espero receber uma visita sua junto com Symon e Julie em breve.
-Claro, claro, eu vou com certeza.
-Tchau pai - Julie disse quando ele entrou no carro.
-Tchau pai - disse Symon.
Ele sorriu, ligou o carro e acelerou, ficamos esperando até ele fazer a curva.
-Vou entrar - disse Julie - Está frio aqui fora.
Eu assenti.
-Adorei conhecer seu pai - falei depois que Julie tinha entrado.
-É, ele é bem legal mesmo, sinto falta dele as vezes - murmurou.
-Você devia procura-lo mais.
-Vou fazer isso - prometeu.
Ele me abraçou por trás.
-Symon, eu também vou indo.
-Porque? - perguntou.
-Prometi que ia ajudar Alice e Emmet em umas coisas.
-Que coisas? - ele quis saber.
-Depois eu te conto - falei - Tenho mesmo que ir.
-Tudo bem - falou ele meio desapontado. - Te vejo amanha?
-Mal posso esperar.
Ele riu.
Andei até minha moto e subi nela.
-Bela moto - disse ele.
-Presente de aniversário - falei.
-Eu sei, ajudei a escolher - ele disse sorrindo.
-Você...
-Sabia que ia gostar dessa.
Abri a boca pra falar, mais ele me impediu pressionando seus lábios nos meus...
-Eu te amo - ele sussurrou.
-Eu também.
Pisei no acelerador a moto fez um barulho em baixo de mim.
-Tchau - murmurou - Até amanha.
Eu sorri.
Acelerei a moto e ela começou a se mover.

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