OBS: Essa fanfic não possui nomes de capítulos e nem imagens.
Capitulo 1
O sol quase não aparecia, as nuvens acidentadas o cobria com maestria e o vento gelado abraçava as ruas de Londres.
Completamente
protegido em um quarto luxuoso do mais aclamado clube de homens da
cidade, Sir Edward fora despertado com mordidas pelo corpo, sentindo a
maciez da seda envolta de seus pulsos, lhe dando uma pressão
estimulante.
– Hum... Vejo que acordou do longo desmaio – comentou o homem sorrindo, ainda sonolento.
Sua
torturadora, era a bela Kate Denali, que vestia apenas um Robe de seda
preto mal fechado, dando uma visão perfeita de seus dois montes duros
com bicos rosado.
– Finalmente
pude despertar do cansaço em que o Senhor fora o responsável! – Disse
enquanto vislumbrava o corpo nu do homem a sua frente.
Dona
do clube, ela era desejada por vários, talvez por sua altivez, ou quem
sabe por ser comparada ao Cisne Prateado devido ao seu cabelo louro
platinado, e sua formosura encantadora.
–
Sinto-me terrivelmente péssimo, espero que pretenda se comportar de
maneira perversa comigo! – disse Edward num tom brincalhão, enquanto
admirava as curvas da loira.
– Pode ter certeza, milorde – disse ela com a voz musical e cadenciada, digna de uma atriz da mais alta estirpe.
– Estou em suas mãos, minha cara.
Kate
pegou um chicote que estava na cabeceira da cama, segurando em suas
extremidades, arfou ao vê-lo, seu corpo nu, convidativo e musculoso,
estirado sobre os lençóis brancos; dava uma bela visão de seu pênis,
perfeitamente ereto e duro, por toda sua extensão, sobressaindo no pêlo
negro e crespo de suas virilhas.
Como ele conseguia ser tão viril e desejoso?
–
Sabes que em certos momentos até aprecio objetos como este, mas
acredito que nesse caso mereça algo mais criativo! – comentou
desafiante.
Apesar de sempre
saciar suas parceiras até o apagamento momentâneo como acontecerá com
Kate, Edward há muito tempo não se sentia satisfeito o bastante em suas
experiências, por isso sempre as estimulava o máximo que podia.
Denali andou pelo quarto pensativa, deixando o objeto fino e negro escorregar pelo seu corpo.
O que poderia fazer para surpreendê-lo?
O que faria esse lendário sedutor libertino se lembrar dela?
Nesse momento olhou um jarro com rosas vermelhas, sorriu quando uma idéia maldosa lhe rompeu a mente.
Andou malignamente até seu objeto desejado.
– Pela forma que seus lábios se abriram, penso que a criatividade lhe atingiu! – comentou Edward sarcástico.
A
loira gargalhou alto enquanto retirava uma flor e se encaminhou até a
cama, se sentando no estomago do homem excitado, deixando que sua vulva
alagada se contraísse ao contado.
Gemeu
e passou as pétalas pelo rosto do homem enquanto rebolava, naquele
pedaço da carne ardente, escorrendo seu dedo pelo talo da flor, até que
um espinho a fez gemer mais alto.
– Hum... me furei! – comentou fazendo um bico sexual.
– Deixe-me ver... – comentou Edward fingindo preocupação, entrando propositalmente na brincadeira que a jovem iniciou.
Ela estendeu seu dedo indicador que possuía uma pequena gota de sangue.
– Que espinho cruel! – comentou enquanto dava beijos no local e a encarava com olhos ardendo em desejo.
–
Você nem imagina o quanto ele pode ser cruel! – sussurrou enquanto
pegava a flor que estava jogada em seu peito musculoso e começou a
acariciá-lo com o talo cheio de espinho.
A
sensação do espinho passeando pelo seu corpo deixava-o arrepiado, ainda
mais com a mulher latejante se esfregando delicadamente em seu
estomago, descendo por sua intimidade, se demorando um pouco no local,
para enfim descer por sua coxa, deixando seu pênis ereto a sua
disposição.
Com uma leveza
surpreendente Kate levou a parte espinhosa da flor e acariciou a
sensibilidade do homem a sua disposição o fazendo arfar diante do ato.
Ela o fez gemer alto quando acariciou sua glande para logo em seguida chupá-lo com volúpia.
Edward
fechou os olhos entregando-se a habilidade incontestável de Denali. Com
os lábios, a língua e os dentes, ela se deliciava naquele membro
pulsante, provocando-o a tal ponto que ele hesitava em render-se ao
prazer.
– Isso por acaso é um teste? – a questionou gemendo.
Ainda o provocando com os espinhos, retirou sua boca do pênis ereto e o encarou sorridente.
– Fico me perguntando até onde milorde conseguiria resistir!
–
Adoraria lhe mostrar copulando com a senhorita... Sabes não sou
egoísta... E assim como eu, merece se divertir! – lhe respondeu
provocante.
Kate com a cabeça inclinada pra trás deu uma sonora gargalhada.
– Creio que fica complicado para o senhor, nessas circunstâncias, fazer exigências! – respondeu
–
Serio? – Com os braços ainda atados atrás da cabeça, Edward girou
subitamente e esticou uma perna, envolvendo com ela a coxa de Kate.
Apanhada de surpresa, puxando-a pra cima dele.
– Bem, já que insiste... –Kate se estendeu sobre ele, de modo que seus seios acariciassem o seu rosto.
Ele
conseguiu prender com a boca o bico de seu mamilo esquerdo, Kate
suspirou profundo. Edward, controlando seus próprios apelos sexuais,
começou a excitá-la, chupando e mordiscando de leve a ponta do seu seio.
Gemendo, de forma desesperada ela levantou os quadris e começou a esfregar-se nele com uma intensidade voraz.
– Milorde, por favor...
–
Por que por favor? – contestou ele com ar de ofendido, mas sorrindo. –
Pelo que me lembro... E a senhorita que está no domínio.
Ela
se reergueu, ajustando a fenda necessitada sobre o ponto rígido. Edward
podia sentir os pêlos crespos de sua vulva úmidos de excitação.
– Isso... Cavalgue-me.
Kate
o montou, engolindo o membro bem dotado de Edward com um suspiro de
satisfação. Ele inclinou cabeça para trás, soltando um grito ao senti-la
macia, úmida e palpitante. Então, levantou os quadris e mergulhou mais
fundo naquela fenda escorregadia, fazendo-a gemer ainda mais alto e
reagir ao ato, até atingirem um ritmo invejável pra qualquer atleta.
Edward
combinava seus movimentos com os dela, dedicando-se a proporcionar-lhe
prazer, até que a lúbrica e ardente mulher que o montava foi tomada pelo
desejo. Retorcia-se... em fogo... subindo e apertando-se contra ele com
uma selvageria animal.
Com um grito incoerente, ela atingiu o êxtase, trêmula e sem fôlego.
Mesmo
depois que ela se deixou cair sobre ele com um suspiro, Edward
prolongou o momento, permitindo que as pulsantes convulsões se
esvaíssem, antes que ele próprio se perdesse.
Inclinando-se para trás ante o explosivo desejo, permitiu que sua luxúria o controlasse.
Ao
recuperar os sentidos, viu que Kate ainda estava estirada sobre ele,
com a respiração irregular em sua pele suada e fria, e que os lenços de
seda lhe apertavam os pulsos, causando-lhe desconforto.
– Você me faria um favor?
Com esforço, ela se levantou para desatar os nós e voltou a cair entre os travesseiros, com os olhos pesados.
–
Disseram – murmurou ela num tom de admiração – que você era um homem de
paixões legendárias. “Perverso e maravilhoso”, diziam. Agora posso
testemunhar que a fama não era exagerada. Mesmo assim, não esperava que
você fosse... Tão atencioso.
– Sua reputação igualmente não lhe faz justiça, Kate. Você é a fantasia de todo homem.
– Então, meus serviços foram do seu agrado, milorde?
–
Sexualmente satisfeito, embora não plenamente saciado – Edward
respondeu com um murmúrio que poderia ser tomado como concordância.
Realmente, o desempenho dela não deixava a desejar, pelo contrário, o
levando a acreditar que se tratava de algo que estava nele mesmo.
Toda
Londres a achava fascinante, a ponto de seus favores serem disputados
em duelos. Se ela fosse incapaz de satisfazer a inquietação que
recentemente vinha fermentando dentro dele, bem, então quem seria essa
mulher?
Edward abriu os olhos e
viu que ela o estudava. Sem dúvida, estava calculando que remuneração
poderia esperar dele – casa, carruagem, criados, jóias.
– Compreendo – começou ela, com cuidado – que atualmente você não tem encargos com uma amante, não é mesmo?
–
E como você poderia não saber disso? – replicou ele secamente,
referindo-se ao escândalo provocado pelo fim de sua última ligação
amorosa.
– Esse foi durante dias o tema das conversas na cidade.
– Alguns comentários provavelmente receberam retoques.
– Talvez. Mas, ainda assim, deve haver alguma verdade nos boatos.
– O que exatamente você andou ouvindo?
–
Que, quando você dispensou Lady Stanley, ela ameaçou atirar-se no
Tâmisa, e que você se ofereceu para conduzi-la até o cais em seu próprio
coche.
– Simplesmente me ofereci para levá-la para sua casa. Ela estava muito perturbada – disse ele, rindo ao se lembrar do fato.
–
Imagino que essas cenas devem aborrecê-lo – disse Denali. – Isso
acontece comigo. Você não deve apreciar nem um pouco ver nobres damas
desmaiando à sua frente e declarando-lhe seu amor eterno.
– Posso lhe garantir que aquela dama não estava apaixonada por mim.
– Diz-se ainda que milorde partiu muitos corações femininos. - Em resposta, ele apenas murmurou algo indefinível.
Com um gesto sensual, Kate afastou da testa uma mecha de cabelo que se soltara, dizendo:
– Moral da história: não entregue seu coração a um libertino.
–
Sábia filosofia – disse Edward com os olhos frios, suavizados pelo
costumeiro sorriso torto – mas eu acrescentaria: jamais entregue seu
coração.
{...}
– Pensei que jamais fosse sair daquele lugar!
Mal Edward adentrou em sua casa escutou a voz de sua irmã mais velha.
A
beleza era algo indiscutível na família Cullen, Sir Edward Cullen era
alto, cabelos cobre, um olhar esverdeado e sedutor, possuía lábios finos
e expressivos, e quase sempre deixava a barba por fazer. Era alto e
tinha o corpo levemente definido, devido a exercícios matinais.
Rosália
era a beleza angelical em pessoa, cabelos dourado, olhos azuis, lábios
carnudos e uma pele de porcelana invejável, assim como seios fartos,
cintura fina, fazendo com que simples vestidos ficassem glamorosos,
deixando as mulheres da sociedade londrina enfurecidas, pois era nítido
os olhares masculinos em sua direção.
– Estou vendo um anjo? Será que já morri? – disse Edward fingindo surpresa ao vê-la.
– Você sabe que comigo galanteios não servem! – brincou a jovem Condessa Thompson sorridente fazendo seu irmão gargalhar.
–
O que posso fazer se a mais bela e encantadora das mulheres, a única
que poderia domar este coração nascerá sendo minha irmã? – fez uma
feição desolada.
– Uma cena digna de teatro! – comentou o Conde Thompson que até então estava “escondido”.
Emmett
Thompson era um senhor de 34 anos, musculoso e viril, brigou com o
mundo por causa de sua escolha, porém sempre fora decidido e
determinado, jamais se deixou influenciar por qualquer comentário sobre a
jovem que escolhera como sua esposa, ganhando o respeito e admiração de
seu cunhado, que apesar de ser 5 anos mais jovem, deixava qualquer
senhor pra trás quando o assunto era conquista feminina e financeira.
– Caro Conde nem ao menos o vi! – respondeu com uma aceno de cabeça cordial.
– O que esperava, cortejando minha senhora?! – respondeu sorrindo.
Uma brincadeira típica dos dois, que deixavam a todos enojados.
– Vocês dois com esse comportamento infantil já me deixaram em situações embaraçosas! – falou a condensa sorrindo.
– Situações estas que se divertiu! – lhe disse o conde beijando delicadamente o topo de sua cabeça.
–
Confesso, é impagável as expressões aterrorizadas das senhoras dignas e
nobres da região! – respondeu à loira fazendo os dois homens de sua
vida gargalhar.
Como já se passava do meio dia acabaram por almoçarem juntos.
–
Fiquei sabendo que Alice está voltando pra cidade! – comentou Rosálie
assim terminou sua comida e limpou os lábios com o guardanapo de tecido.
Edward a encarou por alguns minutos.
– Sim. – deu um suspiro – Acredito que já esteja na hora de lhe arrumar um marido.
Alice
Cullen era uma donzela de 17 anos, possuía uma beleza angelical e doce
como o de sua irmã, porém seus cabelos longos e finos eram negros e seus
olhos azuis como o céu.
A
jovem passou grande parte de sua vida em Alcester, Four Lions onde a
família Cullen possuía uma quantidade considerável de terra, podendo
assim expandir o cultivo de rosas.
– E o que ela acha disso? – questionou a loira firme.
Sir Cullen lhe lançou um sorriso zombeiro.
–
Cara irmã, Alice não tem que achar nada. Já decidi, assim que chegar
contrato uma dama de companhia para auxiliá-la. – respondeu com altivez.
– Acredito que não seja o momento... – comentou a loira fugindo do olhar de seu irmão.
Edward vagou seus olhos entre o conde e sua irmã, se questionando o que havia de estranho com eles.
– Não com minha irmã tendo contado com sua nova companheira!
Assim que Rosálie complementou sua frase Sir Cullen compreenderá o medo de sua irmã, porém não mudara de idéia.
Como ele suspeitara o assunto se espalhou rapidamente pela cidade.
Definitivamente o barão Swan iria começar a se arrepender do dia em que se meterá em sua família.
– Sabia que tinha algo por trás de sua aparição repentina!
– Sempre que posso venho lhe ver! – retrucou a jovem levemente ofendida.
– Não sem avisar!
Um silêncio perturbador se estalou no local, até que Edward decidiu quebrá-lo.
Estendendo sua mão até segurar firme a de sua irmã ele fez sua irmã encará-lo.
– Sei o que estou fazendo. – lhe deu um sorriso meigo – E assim como cuidei de você irei cuidar de Alice!
– Eu espero! – disse Rosálie sorrindo triste para seu irmão.
{...}
Olhou
seu relógio, já passava das 16:00 horas, o colocou em seu palito e
começou a andar de um lado a outro, ele não gostava de atrasos.
Inferno!
Seguiu
até a cozinha e fora incomodar Esme, uma senhora de idade rechonchuda
que trabalhava há três anos para o jovem Cullen, mas que o tratava com
tanto cuidado que parecia bem mais tempo.
–
Não se preocupe, Sebastian irá trazê-la! – disse enquanto colocava as
verduras na água para preparar a sopa que serviria mais tarde.
Sebastian era seu cocheiro e homem de confiança, sabia que se fosse preciso iria trazê-la nem que fosse amarrada.
Silenciosamente encheu um copo com água e o tomou agressivamente.
Que estava acontecendo com ele?
Por que esse nervosismo todo?
Por que essa pressa em conhecê-la?
Seguiu até seu escritório e fora tentar examinar mais uma vez os relatórios que estavam em sua mesa.
Foi então que o som característico de seus cavalos puxando seu carro o chamou sua atenção. Levantou-se e espiou da janela.
Viu Sebastian sair da carruagem, abrir a porta e estender sua mão, ajudando-a a sair do carro.
Edward arfou com fez quando a viu pela primeira vez em Hyde Park.
Era de uma beleza delicada que o fascinava.
Sua
pele branca como a neve era perfeita para ressaltar seus olhos negros
levemente puxados, seus lábios finos e avermelhados, seu nariz pequeno e
afilado, seus cabelos negros preso em trança simples, com alguns fios
soltos e encaixavam, formando sua sutil perfeição.
Ele sorriu ao vê-la, desejando que o momento em que ela iria implorar pelo seu toque chegasse!
Autora Vasquez

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