AUTORA: CAROLINA MEDEIROS CAPA: CAROLINA MEDEIROS Sinopse: O meu nome é Renesmee Carlie Swan Cullen. Tenho 7 anos e aparento ter 18 anos. O meu pai é um vampiro e minha mãe era humana até eu quase matá-la, o que obrigou meu pai a transformá-la numa vampira também. Eu nem sou vampira, nem sou humana, eu sou meia-vampira e meia-humana. Eu sei que parece estranho, mas eu própria já me habituei a isto. Mas, se querem falar um pouco sobre a minha vida estranha, posso dizer-vos também que meu melhor amigo é um lobisomem. Seu nome é Jacob, mas eu prefiro chamá-lo Jake. Assim como, ele prefere me chamar de Nessie. Mas, a minha cabeça é muito confusa e eu ando meia baralhada entre a amizade que nutro por ele e pela sensação que me estou apaixonando por ele. Mas bem, deixemos de lado as apresentações e vamos ao ponto que interessa. A minha história.
Mostrando postagens com marcador Predestinados. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Predestinados. Mostrar todas as postagens
Predestinados
AUTORA: CAROLINA MEDEIROS CAPA: CAROLINA MEDEIROS Sinopse: O meu nome é Renesmee Carlie Swan Cullen. Tenho 7 anos e aparento ter 18 anos. O meu pai é um vampiro e minha mãe era humana até eu quase matá-la, o que obrigou meu pai a transformá-la numa vampira também. Eu nem sou vampira, nem sou humana, eu sou meia-vampira e meia-humana. Eu sei que parece estranho, mas eu própria já me habituei a isto. Mas, se querem falar um pouco sobre a minha vida estranha, posso dizer-vos também que meu melhor amigo é um lobisomem. Seu nome é Jacob, mas eu prefiro chamá-lo Jake. Assim como, ele prefere me chamar de Nessie. Mas, a minha cabeça é muito confusa e eu ando meia baralhada entre a amizade que nutro por ele e pela sensação que me estou apaixonando por ele. Mas bem, deixemos de lado as apresentações e vamos ao ponto que interessa. A minha história.
Publicada por
Sarah Alves
em
sábado, abril 02, 2011
Nenhum comentário:
Etiquetas:
Menu,
Predestinados
Predestinados: Capítulo 30 (FINAL)!
Capítulo 30 (FINAL) - Epilogo: Felicidade eterna
Ponto de Vista da Renesmee
Eu não via nada de meu peito para baixo. Eu estava realmente enorme. A qualquer momento, parecia que eu ia explodir.
Já se tinha passado uma semana que eu tinha voltado de minha lua-de-mel e Angie já tinha controlo o suficiente para estar perto de nós. Ela tinha muita dificuldade, isso era certo, mas ela conseguia.
Vovô Carlisle estava estudando esse facto…de Angie e minha mãe serem tão controladas. Ele não conseguia entender.
Ainda assim, Alec e Angie estavam passando as noites no chalé. Era mais particular…para eles.
Segundo vovô Carlisle, em breve minha criança estaria nascendo. A qualquer momento mesmo.
Já tinha dois quartos preparados, dois closets prontos. Tia Alice não deixou as coisas por menos. Nós não sabíamos o sexo do bebé, então preparámo-nos para qualquer eventualidade.
Fui almoçar na casa grande. Maggie, Seth, Angie, Alec, Victor, Jane e Embry estavam conversando animadamente. Minhas primas estavam sentadas no colo do Embry.
- Oi garotos. – eu disse.
- Oi grávida linda. – Maggie disse.
- Oi. – eles disseram.
- Você está tão grande… - Seth também reparou e veio me dar um abraço.
- Que é isso? Roubando minha amiga? – Maggie perguntou na brincadeira ao Seth e veio me abraçar também.
Esses dois estiveram mais de um minuto abraçados comigo assim no meio da sala. Pelo canto do olho, eu vi Jane beijar Victor e Alec beijar Angie. Casalinhos perfeitos…
- Vão largar minha esposa, ou não? – Jake perguntou ao fim de um tempo.
- Claro. – Seth e Maggie responderam ao mesmo tempo e me largaram a contra-gosto.
- Venham garotos, o almoço vos espera. – vovó Esme chamou.
- Já vamos. – Jake respondeu.
- Princesinha da neve, também tenho de ir. – Victor disse para a Jane.
- Eu também, gémeas lindas. – Embry disse olhando mais para a Sara, mas pronto.
- Me dá, eu cuido delas. – tia Rose disse e foi pegar as minhas primas gémeas.
- Me dá a Sara. – tio Emm pediu e tia Rose lhe deu.
- Ei, nossa filha, cuidadinho. – tia Alice disse descendo as escadas de mão dada com o tio Jasper.
- Claro. – tio Emm respondeu e começou fazendo cócegas na Sara.
“Alec, leva a Angie daqui. Minhas águas estão rebentando. Minha criança vai nascer, vai haver muito sangue.” – eu introduzi na cabeça do Alec e ele rapidamente pegou na Angie que começou correndo atrás dele.
- Pára tudo! – meu pai correu para mim. Ele estava na cozinha – Eu ouvi bem?
- Sim papai. – eu disse.
- O quê? – Jake quis saber.
- As águas, me rebentaram. – eu disse – Nossa criança vai nascer.
- Já? – Jake perguntou.
- Agora! Eu já pedi ao Alec para levar a Angie daqui. Seria muito sangue para ela. Ai… – eu gritei. Minha primeira grande contracção estava acontecendo agora.
- Carlisle! – Jake chamou. Meu avô com sorte, não tinha ido trabalhar hoje. Hoje era domingo. Hoje era dia 1 de Fevereiro. A minha gravidez tinha durado 2 meses e meio apenas.
- Filha, respira. – minha mãe apareceu também – Respira Nessie, respira!
- Ai… - eu tive de gritar de novo. Estava ficando mais próximo.
- Levem ela para seu antigo quarto. Eu montei o estamine todo lá. No outro dia a Nessie me pediu que o parto fosse lá.
- Certo. – Jake disse e me pegou com muito jeitinho.
Me deitaram na minha antiga cama do meu antigo quarto da casa grande e minha mãe me vestiu uma camisa da noite para facilitar o trabalho.
Eu pedi para ficar apenas minha mãe, meu Jake e meu avô. Meu pai também queria ficar, mas por uma questão de privacidade eu lhe pedi que não ficasse fisicamente. Não pedi que minha mãe bloqueasse as mentes de meu avô e de Jake, por isso ele poderia assistir tudo do lado de fora.
Jake me deu sua mão para eu agarrar e minha mãe ficou do outro lado me dando a outra. Olhei para ela toda suada, mas meu bebé não queria sair. Por mais força que eu fizesse…
- Vou ter de te abrir, Nessie. – vovô disse e eu arrepiei.
- Ok…
- Vou anestesiar você.
- Eu não quero. Não vou conseguir ver o rosto de meu anjinho. Por favor, vovô!
- Não posso fazer isso sem anestesia!
- Me dá anestesia local. Por favor, não me põe a dormir!
- Tudo bem. Você que sabe…
- Nessie! – Jake tentou me chamar à razão.
- Eu quero ver o rosto de nossa criança.
Meu avô prosseguiu. Me anestesiou localmente e eu fiquei vendo tudo. Ele me abrindo.
Eu, tal como minha mãe, odeio agulhas, mas por meu filho/filha, sou capaz de suportar tudo.
Ele começou tirando qualquer coisa. Eu tinha de admitir, tava sentindo isso. Eu deveria ter pedido anestesia geral…
- Um menino! – ele disse assim que tirou para fora aquela coisinha pequenina linda chorando.
Meus olhos marejaram de felicidade. Como eu amava esse menino. Seus cabelos castanhos da cor de seu pai, sua pele com a mistura de nossas cores. Seus olhos castanho chocolates como os meus…
- Lindo! – Jake disse.
- Quer cortar o cordão umbilical Jake? – vovô perguntou.
- Sim, eu quero. – ele respondeu.
Minha mãe segurou no meu bebê e Jake cortou com uma tesoura o cordão umbilical.
- Esperem ai! – vovô disse – Eu tou vendo, o que eu tou vendo? – meu avô disse olhando para meu útero.
- O que você tá vendo, vovô? – eu perguntei.
Ele não me respondeu, mas começou mexendo dentro de mim. Eu fiz um esforço para não gritar.
- Afinal…parece que alguém vai ter outra surpresa…
- Que surpresa?
- Uma menina! – vovô disse e eu não aguentei de orgulho. Vi aquela coisinha ainda mais pequenina que o menino, saindo nas mãos de meu avô do meu corpo e chorando seu primeiro choro.
- GÊMEOS! – mamãe gritou.
- Gêmeos? – eu ouvi todos gritarem lá em baixo.
- SIM! – meu pai gritou do corredor.
- Jacob quer cortar o cordão? – vovô perguntou. Jake passou o menino para minha mãe e meu avô segurou na menina. Jake cortou o cordão e meu avô lhe passou a menina. Jake a embrulhou numa toalha também e colocou ela no meu colo. Mamãe colocou o menino também.
- Lindos…Meus meninos. – eu disse chorando de felicidade e beijei suas testas – Papai.
- Sim? – meu pai disse entrando no quarto.
- Ajuda mamãe e Jake dando banho nos gémeos. Vovô me costura, rápido!
- Para quê tanta pressa, Nessie?
- Eu quero estar pronta, me lavar…tudo.
- Rose, Alice! – vovô Carlisle chamou.
- Sim? – elas entraram segundos depois no meu quarto. Vovô já estava me costurando.
- Tou acabando de fechar a Nessie. Se importam de a ajudar depois a se lavar e vestir?
- Claro que não. – tia Rose disse.
- Nós ajudamos. – tia Alice disse.
E assim foi, depois de vovô me “fechar”, tia Rose e Alice me levaram no colo, pela passagem aérea para minha casa nova. Me lavaram no banheiro e tia Alice escolheu uma roupa confortável para eu vestir.
Depois me colocaram na minha cama (e do Jake). Jake, mamãe e papai apareceram com meus dois filhos gémeos limpos e vestidos. A minha vida…
- Nosso rapaz. – Jake disse me dando o menino.
- Vossa menina. – mamãe disse e me deu a menina – Já sabem os nomes que vão dar aos gêmeos?
- Já… – Jake disse.
- Quais? – mamãe quis saber.
- O menino vai se chamar Nick. – eu disse.
- Nick?
- Sim, deixa eu explicar. – eu disse – O nome do papai é Edward Anthony. Eu retirei –ny do seu nome e transformei o –y em –i. Assim, ficou –Ni. Meu marido se chama Jacob, eu retirei –c de seu nome e acrescentei a –Ni, e ficou – Nic. Mas, eu o chamo de Jake, logo retirei –k. E assim ficou Ni+c+k= Nick.
- Obrigada filhinha. – papai disse cheio de orgulho.
- E a menina? – mamãe perguntou.
- A menina vai se chamar Marianne.
- Marianne?
- Sim. Também tem uma explicação. – eu disse – Seu nome é Isabella Marie. A mãe de Jacob se chamava Sarah Anne. Assim, eu juntei vossos segundos nomes: Marie + Anne. Retirei o –e de Marie, ficou –Mari. Juntando a –Mari, o –anne da mãe de Jake, fica: Marianne.
- Obrigada, Nessie. Obrigada. – mamãe disse soluçando. Ela estava muito orgulhosa também.
- Nick Cullen Black e Marianne Cullen Black. – Jake disse – Nossos filhos. Maravilhosos.
- Hey. – tio Emm disse entrando com todos no nosso quarto – Podemos?
- Claro. – eu disse – Vocês já estão aqui.
- Ouvi mal, ou seus filhos vãos se chamar Nick e Marianne? – tio Emm perguntou.
- Ouviu bem. Também ouviram a explicação?
- Sim. – eles responderam.
- Seus filhos são lindos. – Maggie disse.
- São… – Seth respondeu também encantado.
- Tal mãe, tal filha. – tio Emm disse – Quando vocês aprendem que nomes grandes nunca funcionam? Marianne, Marianne…Nick tá bom, é um nome pequeno, mas Marianne? Nome enorme! Deixa o titio Emmett pensar…Queridinha, – ele disse olhando de perto para minha filha Marianne. Ela era muito mais branca que seu irmão – Queridinha, é isso: Mary. Marianne é grande, sua alcunha vai ser Mary.
- Tio! Minha filha se chama Marianne!
- Tal mãe, tal filha. – tio Emm disse – Porque vocês têm de ser tão iguais? Sua mãe também não queria que eu a apelidasse de Nessie. Hoje em dia, só me agradece.
- Tá bem tá! – minha mãe disse – Eu nunca te agradeci isso Emmett.
- Mary… – tia Alice disse – Nessie você tem de admitir, fica bonito também.
- Mas Marianne é bonito! – eu retorqui.
- É um nome lindo sim. – Seth disse olhando com devoção para a minha filha.
- Ai não! – Jake disse vendo o mesmo que eu.
- Ai sim… – papai disse se divertindo com a situação.
- Seth, você está tendo um imprinting por minha filha? – Jake perguntou um tanto nervoso.
- Eu? – Seth perguntou sem tirar os olhos de Marianne.
- Sim, você está!
- Está mesmo. – Embry disse rindo com Sara no colo – Mais um!
- Ah, cara! – Jake disse passando as mãos pela cara – Pela minha filha?
- Parece que ele não foi o único! – mamãe disse e eu olhei para meu filho Nick. Maggie…Maggie está encantada com meu principezinho. Ela…ela está tendo um imprinting por ele?
- Maggie, você tem algo para me contar? – eu perguntei.
- Ah, ehr…Seu filho é encantador.
- Você está, por acaso, tendo um imprinting por ele?
- Tou?
- Está! – Embry respondeu – Que coisa, tão imprinting junto!
- É! – eu respondi.
- Nessie, Jacob, se importam?
- Não, por mim não. – eu disse.
- Que remédio temos nós? Imprinting não se controla, não dá para parar!
- Podem nos deixar um pouco sozinhos? – eu pedi.
- Nessie, tenta amamentar seus filhos. – vovô pediu.
- Claro. – eu disse. Todos se foram, só ficamos eu, Jake e nossos filhos.
Dei de amamentar aos meus filhos, por incrível que pareça, eles aceitaram. Eles tinham parte humana. Seus corações batiam.
Depois de vários testes de meu avô os liberou. Disse que estavam perfeitamente bem de saúde e que tinham na sua constituição genes de vampiro, genes de humano, e genes de lobo. Logo, eles seriam eternos.
Que felicidade!
-----------------------------------1 semana depois-------------------------------
Hoje, estava baptizando meus filhos, segundo a lenda Quileute. Minha tia Alice, segundo rigorosas ordens, estava organizando uma festa ao ar livre, esta tarde em La Push.
Todos os que vieram ao meu casamento estavam aqui.
Rebecca e Rachel adoraram seus sobrinhos. Billy estava rendido a tanto amor daquelas coisinhas perfeitas. Meus filhos não deixavam ninguém indiferente.
Meus filhos já estavam muito maiores. Eles estavam crescendo a um ritmo alucinante. Parecido com o meu. Vovô Carlisle estava estudando isso ao seu pormenor.
Todos estavam reunidos em roda. Billy com ancião da tribo, estava coordenando esse baptismo. Vovô Charlie não consegui esconder o afecto que ele sentia por meus filhos gêmeos.
- Estamos aqui, mais uma vez, por motivos maravilhosos. Estamos oficializando a entrada de meus netos, Nick e Marianne, nessa tribo e nessa família. São a junção perfeita de seus pais, Renesmee (ou Nessie, como todos a conhecem) e Jacob. Filhos de duas forças da natureza. – ele continuou falando, e a cada palavra dele, eu me agarrava a Jake, que chorava comigo – E é com muito amor, que nós aqui presentes damos as boas-vindas a Marianne Cullen Black e a Nick Cullen Black!
Todos começaram a assobiar e a festa começou.
Eu me levantei orgulhosa de meus filhos que estavam no colo do Seth e da Maggie (novidade…) e fui ao centro. Pedi atenção.
- Fala! Nessie, Nessie, Nessie…discurso, discurso, discurso…
- Tudo bem, eu vou fazer um discurso. Não é um discurso especifico desta ocasião, mas é algo que eu queria dizer já há algum tempo e vou aproveitar o dia de hoje, que comemoramos a chegada ao mundo dos meus filhotes. – eu disse e comecei o discurso que preparei: - «Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma.
E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança.
E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas.
E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.
E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.
E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam...
E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso.
Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.
Descobre que se leva anos para se construir confiança e apenas segundos para destrui-la, e que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pelo resto da vida.
Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias.
E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.
Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.
Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos.
Aprende que as circunstâncias e os ambientes tem influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos.
Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser. Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto.
Aprende que não importa onde já chegou, mas onde está indo, mas se você não sabe para onde indo, qualquer caminho serve.
Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.
Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as consequências.
Aprende que paciência requer muita prática.
Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.
Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou.
Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.
Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel.
Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.
Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo.
Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado.
Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás.
E você aprende que realmente pode suportar... que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais.
E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!
Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar, se não fosse o medo de tentar.» Esse texto de William Shakespeare, me fez pensar, me fez concordar com cada palavra que ele disse e escreveu. Por isso, tudo que eu tenho a pedir e a dizer, a acrescentar é FAÇAM O FAVOR DE SER FELIZES, FOREVER & ALWAYS!
- Para sempre e sempre! – todos repetiram, assobiaram e aplaudiram.
- Te amo. – eu disse para Jake.
- Eu te amo mais! – ele me disse e me beijou – Forever & Always, Para Sempre e Sempre!
FIM
Notas finais da Autora:
Eu tenho de agradecer a todas as leitoras que me acompanharam, leram e comentaram a minha história, Predestinados.
A elas (e eles), o meu mais sincero OBRIGADA.
Não é fácil acabar uma história como essa que conta com muitas horas de sono perdidas, muitas horas de vida pessoal deitadas ao ar.
A todos que me pediram para avançar mais rápido, ou que se fartaram de acompanhar minha história por eu só liberar um capítulo por semana, peço desculpa. Mas, não devem ser escritores de fics. Porque se fossem, entenderiam. Escrever à medida que se publica não dá para avançar mais rápido. Se alguns autores o fazem é porque têm a história quase toda escrita ou escrevem capítulos mais pequenos.
Tenho de agradecer a muita gente, mas eu vou mencionar o nome de três pessoas das quais, sem o apoio incondicional e opinião, Predestinados teria sido um sonho. Elas são a Carollyne Fernanda, Iryna Samilyak e a Ana Henriques.
Espero que todas as leitoras que comentaram sempre e me ajudaram muito também percebam. Não poderia especificar seus nomes. Mas saibam, e vocês sabem, que foram igualmente muito importantes para mim.
A todas essas maravilhosas pessoas, a todos que gostaram de ler Predestinados, eu anuncio: Predestinados 2 – Forever & Always. Vai ser a continuação desse projecto. Não vai ter quebra entre este e esse.
Ficaram presos com essas histórias paralelas, além do casal principal Nessie e Jake? Então, leiam Predestinados 2. Narração da Nessie no início e depois vai saltando, conforme o rumo das coisas. Não gostavam de ver o futuro das crianças crescendo, a Marianne (ou Mary) e o Nick, seus imprintings? Jane e Victor? Alec e Angie? Caroline e Sara? E Embry? E todos os outros? Muitas surpresas nessa segunda história.
Então, esse fim, não é um fim, mas sim um até já. Ainda hoje postarei o capítulo 1. Conto convosco. Não me abandonem agora.
Bjs e não esqueçam de deixar sua opinião do capítulo final e da história! *
Fanfic escrita por: Caroline Medeiros
Ponto de Vista da Renesmee
Eu não via nada de meu peito para baixo. Eu estava realmente enorme. A qualquer momento, parecia que eu ia explodir.
Já se tinha passado uma semana que eu tinha voltado de minha lua-de-mel e Angie já tinha controlo o suficiente para estar perto de nós. Ela tinha muita dificuldade, isso era certo, mas ela conseguia.
Vovô Carlisle estava estudando esse facto…de Angie e minha mãe serem tão controladas. Ele não conseguia entender.
Ainda assim, Alec e Angie estavam passando as noites no chalé. Era mais particular…para eles.
Segundo vovô Carlisle, em breve minha criança estaria nascendo. A qualquer momento mesmo.
Já tinha dois quartos preparados, dois closets prontos. Tia Alice não deixou as coisas por menos. Nós não sabíamos o sexo do bebé, então preparámo-nos para qualquer eventualidade.
Fui almoçar na casa grande. Maggie, Seth, Angie, Alec, Victor, Jane e Embry estavam conversando animadamente. Minhas primas estavam sentadas no colo do Embry.
- Oi garotos. – eu disse.
- Oi grávida linda. – Maggie disse.
- Oi. – eles disseram.
- Você está tão grande… - Seth também reparou e veio me dar um abraço.
- Que é isso? Roubando minha amiga? – Maggie perguntou na brincadeira ao Seth e veio me abraçar também.
Esses dois estiveram mais de um minuto abraçados comigo assim no meio da sala. Pelo canto do olho, eu vi Jane beijar Victor e Alec beijar Angie. Casalinhos perfeitos…
- Vão largar minha esposa, ou não? – Jake perguntou ao fim de um tempo.
- Claro. – Seth e Maggie responderam ao mesmo tempo e me largaram a contra-gosto.
- Venham garotos, o almoço vos espera. – vovó Esme chamou.
- Já vamos. – Jake respondeu.
- Princesinha da neve, também tenho de ir. – Victor disse para a Jane.
- Eu também, gémeas lindas. – Embry disse olhando mais para a Sara, mas pronto.
- Me dá, eu cuido delas. – tia Rose disse e foi pegar as minhas primas gémeas.
- Me dá a Sara. – tio Emm pediu e tia Rose lhe deu.
- Ei, nossa filha, cuidadinho. – tia Alice disse descendo as escadas de mão dada com o tio Jasper.
- Claro. – tio Emm respondeu e começou fazendo cócegas na Sara.
“Alec, leva a Angie daqui. Minhas águas estão rebentando. Minha criança vai nascer, vai haver muito sangue.” – eu introduzi na cabeça do Alec e ele rapidamente pegou na Angie que começou correndo atrás dele.
- Pára tudo! – meu pai correu para mim. Ele estava na cozinha – Eu ouvi bem?
- Sim papai. – eu disse.
- O quê? – Jake quis saber.
- As águas, me rebentaram. – eu disse – Nossa criança vai nascer.
- Já? – Jake perguntou.
- Agora! Eu já pedi ao Alec para levar a Angie daqui. Seria muito sangue para ela. Ai… – eu gritei. Minha primeira grande contracção estava acontecendo agora.
- Carlisle! – Jake chamou. Meu avô com sorte, não tinha ido trabalhar hoje. Hoje era domingo. Hoje era dia 1 de Fevereiro. A minha gravidez tinha durado 2 meses e meio apenas.
- Filha, respira. – minha mãe apareceu também – Respira Nessie, respira!
- Ai… - eu tive de gritar de novo. Estava ficando mais próximo.
- Levem ela para seu antigo quarto. Eu montei o estamine todo lá. No outro dia a Nessie me pediu que o parto fosse lá.
- Certo. – Jake disse e me pegou com muito jeitinho.
Me deitaram na minha antiga cama do meu antigo quarto da casa grande e minha mãe me vestiu uma camisa da noite para facilitar o trabalho.
Eu pedi para ficar apenas minha mãe, meu Jake e meu avô. Meu pai também queria ficar, mas por uma questão de privacidade eu lhe pedi que não ficasse fisicamente. Não pedi que minha mãe bloqueasse as mentes de meu avô e de Jake, por isso ele poderia assistir tudo do lado de fora.
Jake me deu sua mão para eu agarrar e minha mãe ficou do outro lado me dando a outra. Olhei para ela toda suada, mas meu bebé não queria sair. Por mais força que eu fizesse…
- Vou ter de te abrir, Nessie. – vovô disse e eu arrepiei.
- Ok…
- Vou anestesiar você.
- Eu não quero. Não vou conseguir ver o rosto de meu anjinho. Por favor, vovô!
- Não posso fazer isso sem anestesia!
- Me dá anestesia local. Por favor, não me põe a dormir!
- Tudo bem. Você que sabe…
- Nessie! – Jake tentou me chamar à razão.
- Eu quero ver o rosto de nossa criança.
Meu avô prosseguiu. Me anestesiou localmente e eu fiquei vendo tudo. Ele me abrindo.
Eu, tal como minha mãe, odeio agulhas, mas por meu filho/filha, sou capaz de suportar tudo.
Ele começou tirando qualquer coisa. Eu tinha de admitir, tava sentindo isso. Eu deveria ter pedido anestesia geral…
- Um menino! – ele disse assim que tirou para fora aquela coisinha pequenina linda chorando.
Meus olhos marejaram de felicidade. Como eu amava esse menino. Seus cabelos castanhos da cor de seu pai, sua pele com a mistura de nossas cores. Seus olhos castanho chocolates como os meus…
- Lindo! – Jake disse.
- Quer cortar o cordão umbilical Jake? – vovô perguntou.
- Sim, eu quero. – ele respondeu.
Minha mãe segurou no meu bebê e Jake cortou com uma tesoura o cordão umbilical.
- Esperem ai! – vovô disse – Eu tou vendo, o que eu tou vendo? – meu avô disse olhando para meu útero.
- O que você tá vendo, vovô? – eu perguntei.
Ele não me respondeu, mas começou mexendo dentro de mim. Eu fiz um esforço para não gritar.
- Afinal…parece que alguém vai ter outra surpresa…
- Que surpresa?
- Uma menina! – vovô disse e eu não aguentei de orgulho. Vi aquela coisinha ainda mais pequenina que o menino, saindo nas mãos de meu avô do meu corpo e chorando seu primeiro choro.
- GÊMEOS! – mamãe gritou.
- Gêmeos? – eu ouvi todos gritarem lá em baixo.
- SIM! – meu pai gritou do corredor.
- Jacob quer cortar o cordão? – vovô perguntou. Jake passou o menino para minha mãe e meu avô segurou na menina. Jake cortou o cordão e meu avô lhe passou a menina. Jake a embrulhou numa toalha também e colocou ela no meu colo. Mamãe colocou o menino também.
- Lindos…Meus meninos. – eu disse chorando de felicidade e beijei suas testas – Papai.
- Sim? – meu pai disse entrando no quarto.
- Ajuda mamãe e Jake dando banho nos gémeos. Vovô me costura, rápido!
- Para quê tanta pressa, Nessie?
- Eu quero estar pronta, me lavar…tudo.
- Rose, Alice! – vovô Carlisle chamou.
- Sim? – elas entraram segundos depois no meu quarto. Vovô já estava me costurando.
- Tou acabando de fechar a Nessie. Se importam de a ajudar depois a se lavar e vestir?
- Claro que não. – tia Rose disse.
- Nós ajudamos. – tia Alice disse.
E assim foi, depois de vovô me “fechar”, tia Rose e Alice me levaram no colo, pela passagem aérea para minha casa nova. Me lavaram no banheiro e tia Alice escolheu uma roupa confortável para eu vestir.
Depois me colocaram na minha cama (e do Jake). Jake, mamãe e papai apareceram com meus dois filhos gémeos limpos e vestidos. A minha vida…
- Nosso rapaz. – Jake disse me dando o menino.
- Vossa menina. – mamãe disse e me deu a menina – Já sabem os nomes que vão dar aos gêmeos?
- Já… – Jake disse.
- Quais? – mamãe quis saber.
- O menino vai se chamar Nick. – eu disse.
- Nick?
- Sim, deixa eu explicar. – eu disse – O nome do papai é Edward Anthony. Eu retirei –ny do seu nome e transformei o –y em –i. Assim, ficou –Ni. Meu marido se chama Jacob, eu retirei –c de seu nome e acrescentei a –Ni, e ficou – Nic. Mas, eu o chamo de Jake, logo retirei –k. E assim ficou Ni+c+k= Nick.
- Obrigada filhinha. – papai disse cheio de orgulho.
- E a menina? – mamãe perguntou.
- A menina vai se chamar Marianne.
- Marianne?
- Sim. Também tem uma explicação. – eu disse – Seu nome é Isabella Marie. A mãe de Jacob se chamava Sarah Anne. Assim, eu juntei vossos segundos nomes: Marie + Anne. Retirei o –e de Marie, ficou –Mari. Juntando a –Mari, o –anne da mãe de Jake, fica: Marianne.
- Obrigada, Nessie. Obrigada. – mamãe disse soluçando. Ela estava muito orgulhosa também.
- Nick Cullen Black e Marianne Cullen Black. – Jake disse – Nossos filhos. Maravilhosos.
- Hey. – tio Emm disse entrando com todos no nosso quarto – Podemos?
- Claro. – eu disse – Vocês já estão aqui.
- Ouvi mal, ou seus filhos vãos se chamar Nick e Marianne? – tio Emm perguntou.
- Ouviu bem. Também ouviram a explicação?
- Sim. – eles responderam.
- Seus filhos são lindos. – Maggie disse.
- São… – Seth respondeu também encantado.
- Tal mãe, tal filha. – tio Emm disse – Quando vocês aprendem que nomes grandes nunca funcionam? Marianne, Marianne…Nick tá bom, é um nome pequeno, mas Marianne? Nome enorme! Deixa o titio Emmett pensar…Queridinha, – ele disse olhando de perto para minha filha Marianne. Ela era muito mais branca que seu irmão – Queridinha, é isso: Mary. Marianne é grande, sua alcunha vai ser Mary.
- Tio! Minha filha se chama Marianne!
- Tal mãe, tal filha. – tio Emm disse – Porque vocês têm de ser tão iguais? Sua mãe também não queria que eu a apelidasse de Nessie. Hoje em dia, só me agradece.
- Tá bem tá! – minha mãe disse – Eu nunca te agradeci isso Emmett.
- Mary… – tia Alice disse – Nessie você tem de admitir, fica bonito também.
- Mas Marianne é bonito! – eu retorqui.
- É um nome lindo sim. – Seth disse olhando com devoção para a minha filha.
- Ai não! – Jake disse vendo o mesmo que eu.
- Ai sim… – papai disse se divertindo com a situação.
- Seth, você está tendo um imprinting por minha filha? – Jake perguntou um tanto nervoso.
- Eu? – Seth perguntou sem tirar os olhos de Marianne.
- Sim, você está!
- Está mesmo. – Embry disse rindo com Sara no colo – Mais um!
- Ah, cara! – Jake disse passando as mãos pela cara – Pela minha filha?
- Parece que ele não foi o único! – mamãe disse e eu olhei para meu filho Nick. Maggie…Maggie está encantada com meu principezinho. Ela…ela está tendo um imprinting por ele?
- Maggie, você tem algo para me contar? – eu perguntei.
- Ah, ehr…Seu filho é encantador.
- Você está, por acaso, tendo um imprinting por ele?
- Tou?
- Está! – Embry respondeu – Que coisa, tão imprinting junto!
- É! – eu respondi.
- Nessie, Jacob, se importam?
- Não, por mim não. – eu disse.
- Que remédio temos nós? Imprinting não se controla, não dá para parar!
- Podem nos deixar um pouco sozinhos? – eu pedi.
- Nessie, tenta amamentar seus filhos. – vovô pediu.
- Claro. – eu disse. Todos se foram, só ficamos eu, Jake e nossos filhos.
Dei de amamentar aos meus filhos, por incrível que pareça, eles aceitaram. Eles tinham parte humana. Seus corações batiam.
Depois de vários testes de meu avô os liberou. Disse que estavam perfeitamente bem de saúde e que tinham na sua constituição genes de vampiro, genes de humano, e genes de lobo. Logo, eles seriam eternos.
Que felicidade!
-----------------------------------1 semana depois-------------------------------
Hoje, estava baptizando meus filhos, segundo a lenda Quileute. Minha tia Alice, segundo rigorosas ordens, estava organizando uma festa ao ar livre, esta tarde em La Push.
Todos os que vieram ao meu casamento estavam aqui.
Rebecca e Rachel adoraram seus sobrinhos. Billy estava rendido a tanto amor daquelas coisinhas perfeitas. Meus filhos não deixavam ninguém indiferente.
Meus filhos já estavam muito maiores. Eles estavam crescendo a um ritmo alucinante. Parecido com o meu. Vovô Carlisle estava estudando isso ao seu pormenor.
Todos estavam reunidos em roda. Billy com ancião da tribo, estava coordenando esse baptismo. Vovô Charlie não consegui esconder o afecto que ele sentia por meus filhos gêmeos.
- Estamos aqui, mais uma vez, por motivos maravilhosos. Estamos oficializando a entrada de meus netos, Nick e Marianne, nessa tribo e nessa família. São a junção perfeita de seus pais, Renesmee (ou Nessie, como todos a conhecem) e Jacob. Filhos de duas forças da natureza. – ele continuou falando, e a cada palavra dele, eu me agarrava a Jake, que chorava comigo – E é com muito amor, que nós aqui presentes damos as boas-vindas a Marianne Cullen Black e a Nick Cullen Black!
Todos começaram a assobiar e a festa começou.
Eu me levantei orgulhosa de meus filhos que estavam no colo do Seth e da Maggie (novidade…) e fui ao centro. Pedi atenção.
- Fala! Nessie, Nessie, Nessie…discurso, discurso, discurso…
- Tudo bem, eu vou fazer um discurso. Não é um discurso especifico desta ocasião, mas é algo que eu queria dizer já há algum tempo e vou aproveitar o dia de hoje, que comemoramos a chegada ao mundo dos meus filhotes. – eu disse e comecei o discurso que preparei: - «Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma.
E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança.
E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas.
E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.
E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.
E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam...
E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso.
Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.
Descobre que se leva anos para se construir confiança e apenas segundos para destrui-la, e que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pelo resto da vida.
Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias.
E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.
Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.
Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos.
Aprende que as circunstâncias e os ambientes tem influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos.
Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser. Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto.
Aprende que não importa onde já chegou, mas onde está indo, mas se você não sabe para onde indo, qualquer caminho serve.
Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.
Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as consequências.
Aprende que paciência requer muita prática.
Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.
Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou.
Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.
Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel.
Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.
Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo.
Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado.
Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás.
E você aprende que realmente pode suportar... que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais.
E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!
Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar, se não fosse o medo de tentar.» Esse texto de William Shakespeare, me fez pensar, me fez concordar com cada palavra que ele disse e escreveu. Por isso, tudo que eu tenho a pedir e a dizer, a acrescentar é FAÇAM O FAVOR DE SER FELIZES, FOREVER & ALWAYS!
- Para sempre e sempre! – todos repetiram, assobiaram e aplaudiram.
- Te amo. – eu disse para Jake.
- Eu te amo mais! – ele me disse e me beijou – Forever & Always, Para Sempre e Sempre!
FIM
Notas finais da Autora:
Eu tenho de agradecer a todas as leitoras que me acompanharam, leram e comentaram a minha história, Predestinados.
A elas (e eles), o meu mais sincero OBRIGADA.
Não é fácil acabar uma história como essa que conta com muitas horas de sono perdidas, muitas horas de vida pessoal deitadas ao ar.
A todos que me pediram para avançar mais rápido, ou que se fartaram de acompanhar minha história por eu só liberar um capítulo por semana, peço desculpa. Mas, não devem ser escritores de fics. Porque se fossem, entenderiam. Escrever à medida que se publica não dá para avançar mais rápido. Se alguns autores o fazem é porque têm a história quase toda escrita ou escrevem capítulos mais pequenos.
Tenho de agradecer a muita gente, mas eu vou mencionar o nome de três pessoas das quais, sem o apoio incondicional e opinião, Predestinados teria sido um sonho. Elas são a Carollyne Fernanda, Iryna Samilyak e a Ana Henriques.
Espero que todas as leitoras que comentaram sempre e me ajudaram muito também percebam. Não poderia especificar seus nomes. Mas saibam, e vocês sabem, que foram igualmente muito importantes para mim.
A todas essas maravilhosas pessoas, a todos que gostaram de ler Predestinados, eu anuncio: Predestinados 2 – Forever & Always. Vai ser a continuação desse projecto. Não vai ter quebra entre este e esse.
Ficaram presos com essas histórias paralelas, além do casal principal Nessie e Jake? Então, leiam Predestinados 2. Narração da Nessie no início e depois vai saltando, conforme o rumo das coisas. Não gostavam de ver o futuro das crianças crescendo, a Marianne (ou Mary) e o Nick, seus imprintings? Jane e Victor? Alec e Angie? Caroline e Sara? E Embry? E todos os outros? Muitas surpresas nessa segunda história.
Então, esse fim, não é um fim, mas sim um até já. Ainda hoje postarei o capítulo 1. Conto convosco. Não me abandonem agora.
Bjs e não esqueçam de deixar sua opinião do capítulo final e da história! *
Fanfic escrita por: Caroline Medeiros
Publicada por
Caroline Medeiros
em
terça-feira, março 15, 2011
15 comentários:
Etiquetas:
Predestinados
Predestinados - Capítulo 29
Capítulo 29: Penhasco – Morte da Angie
Ponto de Vista da Renesmee
Eu estava voltando de minha lua-de-mel com o Jake hoje. Esses foram os dias mais felizes em toda a minha vida. Só tinha um pequeno pormenor: as saudades! Eu estava com muita saudade de todos: meus pais, minhas tias e tios, meus avós, meus amigos e amigas…para resumir: de todos mesmo!
O avião já estava quase a chegar a Seattle. Eu já tinha dormido antes, mas agora não conseguia. Minhas memórias, meus pensamentos, tudo me fazia estar acordada.
Jake estava dormindo um sono solto, quando eu o acordei. Tínhamos acabado de aterrar.
Eu sai do avião com Jake e ele carregou todas as nossas malas. Quando saímos, tivemos uma grande surpresa. Toda a minha família estava aqui: papai e mamãe, tia Alice e tio Jazz, tia Rose e tio Emm, vovó Esme e vovô Carlisle, Caroline e Sara, Alec e Jane.
- Filha! – meu pai e minha mãe gritaram ao mesmo tempo.
- Mamãe, papai! – eu disse e saltei no colo deles. Para quem visse essa cena podia parecer bem estranho. Eu e eles, parecíamos colegas de escola.
- Nessie, Jacob! – os outros também cumprimentaram.
- Oi. – nós dissemos.
Depois de termos cumprimentado todo o mundo, nós seguimos viagem nos carros habituais da família. Minha mãe e meu pai decidiram ir no meu conversível branco, para matar as saudades.
- Então, como foi? – mamãe perguntou ao fim de um tempo.
- Maravilhoso.
- Espetacular, eu diria. – Jake acrescentou.
- Ai sim? – papai perguntou – O que fizeram na ilha Rose?
- Bloqueia o Jake, mãe! – eu praticamente gritei.
- Feito. – ela respondeu. Meu pai rosnou.
- Que foi papai? O seu trato de abstinência ia só até ao casamento. Nós agora somos casados. Tá vendo? – eu disse e eu e Jake erguemos nossas mãos esquerdas com a aliança.
- Sim…sim… eu sei o que eu disse. – papai disse.
- Ainda bem. – eu disse.
A viagem para casa continuou e nós fomos contando os nossos pequenos grandes momentos na ilha. Tudo, exceptuando o que nós fazíamos de noite, (e algumas vezes durante o dia).
Finalmente chegámos e nós entramos em nossa casa. Jake colocou nossas malas no hall e imediatamente corremos para a casa grande.
- Bem-vindos, de novo! – tia Alice disse.
- Sim, é bom estar aqui de novo. – Jake disse.
- Lar, doce lar. – eu disse.
- Ah, Nessie…eu preciso de falar com você. – Jane disse.
- Ah, claro. – eu disse e a levei para meu antigo quarto.
- Eles vão ouvir… – Jane disse.
- Não vão não. – eu disse e abri a porta que dava acesso directo entre o meu antigo quarto da casa grande, para um corredor, uma passagem aérea, para a minha nova casa. Jane me seguiu e fomos para a sala.
- Lindo. Tudo aqui é lindo. – ela disse.
- É perfeito. – eu disse e olhei melhor à minha volta.
Grandes sofás branco pérola, a mistura perfeita entre o vermelho e o pérola na decoração. Ainda alguns tons de castanho-avermelhado, como meu Jake.
Jane se sentou num puff e eu me sentei bem recostada noutro.
- O que foi, Jane? – eu perguntei.
- Angie e Alec.
- O que eles têm?
- Angie quer muito que Alec a transforme. Todos os dias eles têm uma nova discussão sobre isso! Angie diz estar ficando velha de dia para dia, que ninguém a percebe, que ela só quer ficar eternamente com o meu irmão.
- Situação complicada…
- Há mais… Maggie está revoltada com a vida. Nada lhe traz felicidade. Ela quer tanto ter alguém, um imprinting, mas não consegue. Simplesmente, não consegue! Ela está tão mal, que tá perdendo o interesse pela vida.
- Quantos problemas…Mais algum?
- Ehr…eu tenho uma coisa para confessar.
- Diz.
- Eu…bem…eu…e o Victor, nós…
- Vocês? Desenvolve.
- Nós…nós…
- Vocês…? Vocês se envolveram fisicamente?
- Sim…
- Ah, parabéns, Jane! – eu disse.
- Não sei.
- Como assim? Não sabe o quê?
- Prometa que não vai contar para ninguém!
- Eu prometo, mas o Victor é lobo. Vai ser difícil manter disso um segredo. Partilha de pensamentos…
- Pensando nisso…eles vão ver sua lua-de-mel toda…
- NÃO! Oh meu deus, não! – eu disse e fiquei pensando no assunto. Jake não se ia transformar…não podia…não!
- Sim, ele vai.
- Não. Nem que ele fique uns tempos sem se transformar. – eu disse.
Mais algum tempo se passou, eu decidi ir a La Push, fazer uma visita ao meu vovô Charlie e à Sue…e a todos os meus amigos.
- Jacob, Nessie! – Seth gritou quando nos viu da janela de seu quarto. Ele saltou e veio me dar um grande abraço de urso.
- Seth, você está esmagando a mim…e à minha criança!!! – eu disse.
- SETH! – Jake gritou.
- Desculpa, desculpa, mil desculpas! – Seth se apressou a dizer e a me largar.
- Não tem problema. – eu respirei.
- Vê se te acalmas, cara. – Jake disse mais calmo e abraçou o Seth.
- São eles! Charlie… – Sue disse nos vendo da porta – Bem me parecia que tinha ouvido vossas vozes.
- Nessie…Jake! – Charlie disse vindo na nossa direcção.
- Olá vovô, Sue…
- Oi Sue e Charlie.
Depois de uma conversa animada, eu decidi visitar a Maggie e a Angie. Leah disse que elas precisavam de mim e Jane já tinha dito isso também.
Jake foi visitar seu pai. Eu fui visitar as garotas. Nas últimas 3 semanas, era a primeira vez que nos separávamos. Depois de cinco tentativas, cada um seguiu para a casa de quem tinha de visitar.
Toquei na campainha e a Sophie abriu imediatamente.
- Ah, oi Nessie. – ela disse – Ia agora para a casa do Billy…as meninas estão lá em cima.
- Oi Sophie. Obrigada pela informação. – eu disse e comecei subindo.
- Alec, você é capaz de entender que eu te amo? – ouvi a Angie chorar/gritar ao celular. A porta estava aberta, Angie estava lá no chão com gordas lágrimas descendo sua face.
- …..............
- Alec, eu quero você para sempre! – ela disse e ele falou qualquer coisa – Alec, essa é a única maneira. Me transforma, por favor!
Alec respondeu qualquer coisa.
- Quero que você saiba, que tudo o que eu faço é porque te amo. – Angie disse e jogou o celular para a parede do quarto. Depois, ela começou a chorar descontroladamente e se sentou.
- Angie… - eu disse entrando no quarto, aproveitando a deixa.
- Nessie, me deixa em paz! – Angie disse e se levantou. Ela esbarrou por mim e começou a correr pelas escadas abaixo. – Desculpa por isso. – ela gritou antes de sair de casa.
- Maggie… – eu gritei e fui ter ao quarto dela.
- Nessie! – Maggie falou se levantando da secretaria. Ela tava ouvindo música no computador – Você voltou…Quantas saudades! – Maggie disse e me abraçou.
- Ehr, oi! – eu disse – Tive saudades também.
- E ai, como correu sua lua-de-mel?
Ponto de Vista da Angie
Que eu vou fazer da minha vida? Alec tem medo de me machucar, por isso não quer ter nada comigo. Diz que é para meu bem, para me proteger. Quem quer ser protegida? Eu não, com certeza!
Ele vai ver onde eu enfio tanta proteção. Por me lembrar disso…
Flashback
Eu estava na casa grande dos Cullen, Alec estava tratando de um assunto com Edward, na floresta (que eu desconhecia), quando Bella falou comigo.
- Então Angie, como vai? – Bella perguntou. Nessie ainda estava de lua-de-mel.
- Mal. – eu respondi – Alec quer me proteger demais. Eu queria que ele me transformasse…
- Percebo. A sério que percebo. – ela disse.
- Bella, me conta a sua história?
- Ah, claro Angie. – Bella disse e começou contando. Chegou numa parte, que eu me interessei. – Um dia, Edward se foi. Durante 8 meses não vi o Edward. Me desinteressei pela vida, e só havia um motivo para me manter “viva”. Eu tinha um género de alucinações com ele. Sempre que eu corria riscos, ele aparecia. E foi ai, que eu comecei procurando o perigo. Fiz imensas besteiras. A mais grave foi mesmo quando me atirei do penhasco. Ia morrendo. Só não morri porque Jake me salvou. Ele foi um verdadeiro anjo. A força da corrente…
- Você fez isso?
- Sim. Eu pensei que era a única maneira de o ver. E vi. Quis provar que ele estava errado. Que com aquela cena, de me atirar do penhasco, ele percebesse que se afastar de mim, não me protegia.
- E você não morreu, por pouco…Mas ele também não transformou você quando voltou…
- Não…quando ele voltou eu estava perfeitamente bem de saúde…Eu fiz um trato com o Carlisle, depois da formatura, ele me transformaria. E mais uma vez Edward conseguiu mudar meus planos.
- Como assim?
- Prometeu que seria ele a me transformar, se eu aceitasse me casar com ele.
- E você aceitou…
- Sim, eu aceitei. Depois engravidei na lua-de-mel e nossos planos ficaram estragados. Eu travei uma luta com a vida. Eu ia morrer. Nessie era forte demais para meu corpo frágil de humana. Foi assim, que ele se viu obrigado a me transformar. Quando eu estava no limiar da morte. Eu estava prestes a morrer, ele não ia permitir isso…e me transformou.
- História Linda. – eu disse.
Fim do Flashback
Era isso! Se eu tivesse morrendo, ele iria me transformar. Nessie me contou uma vez que Carlisle transformou a Esme depois de ela se atirar de um penhasco…eu podia fazer isso!
Só tinha de fazer uma coisa primeiro. Me despedir de minha mãe. Ela é humana, eu sei que os primeiros tempos como vampira são incontroláveis. Eu não a poderia ver por um longo tempo.
Mas por Alec, tudo valeria a pena. A eternidade ao lado da pessoa que se ama deve ser maravilhosa.
Fui na casa do Billy, sabia que minha mãe estaria lá. Namorados…me parece um bom destino para ela.
Bati na porta, ela veio me abrir. Cumprimentei todos: o Jake, a Rachel, o Paul, o Billy e a minha mãe.
- Filha, o que você faz aqui? – ela me perguntou.
- Ehr…vim ver se estava tudo bem. – eu improvisei. Não podia chegar aqui e dizer: “Mãe, vou me matar. Mas não é bem matar, simplesmente vou ser transformada depois. Em…vampira. Vai correr tudo bem, vou ficar indestrutível…Só tem mesmo um defeito, não vou poder ver você por uns tempos…ia querer beber seu sangue mamãe.” Não mesmo! Não dava para dizer a verdade.
- Ah, sim filha. Está tudo bem comigo. Porque não haveria de estar? – ela perguntou confusa.
- Pois, claro que você está bem mamãe. Ainda bem. – eu disse.
- E você?
- Eu também. Eu também. – eu disse e beijei sua face – Adeus mamãe, tenho de ir. Te amo.
- Ok. Adeus Angie, te amo também filha. – ela disse e eu sai.
Quando mais tempo passava, mais difícil se tornava a minha decisão.
Podia ver a minha vida rolando como um filme na minha mente. Cada momento que partilhei com minha irmã, cada dor, cada felicidade. TUDO! Mas, nesse momento minha vida era Alec. Maggie ia entender isso. Eu sei, nos primeiros tempos o cheiro dela ia ser muito repulsivo para mim, mas eu sabia que com o tempo, nós nos acostumamos e era isso que eu necessitava. Eu e ela seriamos sempre irmãs. Sendo ambas humanas, ela loba e eu humana, ou ela loba e eu vampira. Nada ia destruir nossa relação de irmãs e amigas.
O penhasco. Nunca pensei em como eu iria morrer, mas morrer para ficar com alguém que eu amo me parece uma boa maneira de partir. E tecnicamente, eu não vou partir. Só minha parte humana morrerá. Eu vou continuar vivendo pela eternidade.
Finalmente cheguei ao penhasco. Ali terminaria um ciclo da minha vida. Peguei no meu celular, eu tinha de garantir que tudo terminaria como eu queria.
“Alec, se você não quer ficar comigo eternamente, então não me quer. Vou terminar essa tortura. Vou deixar esse mundo. Vou te amar para sempre, seja aqui ou noutro sitio qualquer. Resta saber se você me deixa viver esse amor ao seu lado. Peça ajuda a Esme caso queira saber como pretendo morrer…ou não morrer. Beijos, te amo eternamente.”
Espero que ele perceba o conteúdo da mensagem. Era simples, mas sentida.
Larguei minha mala, meu celular, tirei meu casaco e coloquei tudo num canto. Olhei lá para baixo. O mar estava agitado. Nunca vi um mar tão agitado em La Push como hoje. Isso era perfeito. Os ferimentos tinham de ser graves, muito graves. Graves ao ponto de me deixar entre a vida e a morte.
Olhei para baixo de novo. A coragem estava a faltar-me. Angie não sejas parva! Idiota, tu vais fazer isso pelo Alec…pelo Alec… pelo Alec!
Me atirei de cabeça. A queda foi brutal, mas o que me assustava mesmo eram as pedras. Eu tinha de embater nelas…e infelizmente, ou felizmente, eu ia.
Ponto de Vista do Alec
O que raio essa mensagem significa? Edward, será que ele está lá em baixo?
- Estou sim. – ele respondeu, da sala, eu acho.
- Pode vir aqui?
- Claro. Estou indo. – ele disse e em menos de um segundo ele estava aqui.
- O que raio significa isso? Consegue decifrar? – eu perguntei e ele leu a mensagem.
- Angie vai tentar se matar.
- O quê??!!??!!??
- Sim, ela vai. Ela já pediu a você que a transformasse várias vezes. A mensagem é clara. Ela vai se matar…num penhasco. Como a Esme. Ela tá pedindo que você a transforme, para ela não morrer.
- Como assim?
- Ela provavelmente já se atirou. Deve ter ficado com graves ferimentos. Entre a vida e a morte. Ela quer que você a transforme, para ela não morrer.
- Não é possível! Onde ela estará?
- Há um penhasco em La Push…Bella já se atirou de lá.
- Por acaso, – disse Bella entrando no meu quarto – eu contei isso à Angie.
- Bella, você contou? – eu perguntei.
- Sim. Eu não esperava que ela fizesse o mesmo que eu. Mas como eu disse que quase não tinha sobrevivido, ela deve ter associado. Desculpa.
- OMG! Temos de ir já para lá.
- Vamos. – Edward disse – Eu te digo onde fica.
- Eu vou junto. – Bella disse.
- Boa sorte. – mamãe disse – Faça o que puder, meu filho. Salve a Angie.
- Claro! – eu gritei correndo para La Push. Ela ouvira, certamente.
O que se passou na cabeça linda daquela garota? Ela tá se matando por mim! Só desejo chegar a tempo…
Dizem que La Push fica perto de Forks. Geralmente fica, mas hoje, até para um vampiro como eu tá ficando longe.
- Se acalma, Alec. – Edward disse – Você vai chegar a tempo. Eu vou ligar para o Carlisle.
- Ok. – eu disse.
- Oi Carlisle. – disse Edward ao celular – Angie, provavelmente se atirou de um penhasco abaixo. Ela está a tentar matar-se, para Alec ser obrigado a transformar.
- Entendo…onde foi isso? – Carlisle respondeu do outro lado.
- Aqui em La Push, no penhasco. Nós estamos chegando. Vem para cá?
- Vou já para ai. – Carlisle respondeu.
- Alec…você sabe, ela provavelmente se atirou com força…e para as rochas. – Bella disse.
- Sim…
- Ela provavelmente vai estar num estado quase morte. Você a vai transformar…não vai deixar a Angie morrer, pois não? – Bella perguntou.
- Claro que não. – eu respondi – Ela é minha vida. Mas porquê? Porquê ela arrisca se matar, para ser transformada?
- Por você. – Bella respondeu – Ela quer ficar com você para sempre.
- E eu quero ficar com ela para sempre…mas eu não queria ter de a transformar. Obrigar a ser essa maquina mortífera.
- Sempre o mesmo argumento! – Bella rebateu e lançou um olhar para Edward – Veja, ela vai se tornar vampira, como nós Cullen. Ela vai querer ser vegetariana. Matar animais…que mal isso tem? Humanos também matam animais para comerem. A diferença, é que nós bebemos os animais, eles comem. Simples.
- Vendo desse modo…
- Exacto. Eu tenho razão. Coitada da rapariga. Já passei pelo mesmo e não desejo a ninguém. Todos à sua volta são imortais, sejam lobos ou vampiros, menos ela. Humana, frágil…mortal. Ela quer você e você não quer ficar com ela, por ela ser humana. E é por esse amor, que ela tá fazendo isso.
- Tenho de admitir, o que a Bella está dizendo é verdade. – Edward disse – E acredita, depois de ter Angie como imortal, você pode se tornar um vampiro muito feliz. – ele disse e lançou um olhar amoroso e cúmplice para a Bella.
- Chegámos. – Bella disse, eu conseguia sentir o mar agitado lá em baixo – Vamos nos atirar os 3. Assim temos mais probabilidades de a encontrar.
- Os 2! – Edward disse receoso – Você não vai se atirar, Bella.
- Vou sim. – ela disse – Me larga, Edward. Se esqueceu que eu sou indestrutível, tanto como você?
- Pronto, tudo bem. Ganhou essa. Vamos então. – ele disse, quando eu já ia a meio da minha queda.
Esse penhasco não significava nenhum perigo para um vampiro, mas com essa agitação no mar e essas rochas lá em baixo poderia ser fatal para um humano.
Cheguei na água e não via sinal de minha Angie. Só senti o cheiro a sangue nas rochas.
- Não!!!!! – eu gritei.
- Eu também tou sentindo. – Edward disse – Sangue da Angie, nas rochas.
- Vou procurar em profundidade. – eu disse e entrei dentro de água.
Há quanto tempo ela se tinha atirado? Tempo demais, certamente. Humanos não respiram debaixo de água.
Continuei a minha busca desesperante, quando eu vi, um corpo, com muito pouca cor todo retalhado, com grandes aberturas na cabeça e por todo o corpo: Angie.
Ela estaria ainda viva? Nadei o mais rápido possível. Rápido até para um vampiro.
Peguei seu corpo inanimado, sem saber se ela ainda estaria viva e vim para a superfície. Uma onda a ia atingir, mas eu a protegi.
Edward e Bella vieram para a superfície também e me seguiram para a praia.
Deitei o corpo de minha amada na areia e vi papai Carlisle chegar.
- Vim o mais rápido que pude. Estava a operar. – ele disse.
- Angie… - eu disse, soluçando.
- O que se está passando aqui? – Jacob perguntou, chegando com Nessie na praia.
- Angie! – Nessie começou a chorar descontroladamente.
Papai começou confirmando algumas coisas, como o batimento de seu coração. Eu podia jurar que não estava mais batendo.
- Ainda há uma leve batida, muito leve. É tarde demais.
- Tarde demais?
- Sim, Alec. Tarde demais. Ela vai morrer. – papai disse.
- Não pode ser!!
- Pode e vai. Só depende de você. É tarde demais para ela como humana, mas você pode a transformar. Com sua mãe foi assim. Ela estava num estado muito semelhante à Angie.
- Eu não sei se consigo…
- Você vai conseguir. – ele me encorajou.
- Salva minha amiga… - Nessie pediu, segurando sua barriga enorme de grávida, e chorando imenso.
- Tem certeza?
- Absoluta. Morda ela, a transforme.
- Jacob, nos permite isso? – papai perguntou.
- Sim. Ela vai morrer. Ela queria isso. A transformem. – ele disse.
- Certo. Eu te amo, Angie… - eu gritei aos sete ventos e a mordi. Seu sangue, tão perto…estava me deixando louco, mas eu tinha de parar.
- Pare, Alec. – papai disse – Ela já tem veneno o suficiente.
- Pára. – Bella disse também.
- Eu sei que você consegue. – Edward também disse. Lentamente, a muito custo, eu larguei seu pescoço. E limpei minha boca.
- Você tem de lamber as feridas. – Carlisle disse – O veneno irá curá-las.
- Aqui? Agora?
- Sim. – ele disse e eu fiz o que ele mandou.
- Se cura, por mim. – eu sussurrei no seu ouvido.
- Pega ela. Vamos levá-la para casa. – papai disse.
- Certo. – eu disse e a peguei. Seu corpo encharcado de água.
Quando cheguei em casa a dei para mamãe.
- Veste qualquer coisa nela. Seca. – eu pedi.
- Sim, ela está em processo de transformação. Depois a coloca no quarto do Alec. Ele vai passar esses 3 dias com ela. – papai disse – Não é filho?
- Sim. – eu respondi – Claro que eu ia.
- Minha amiga vai ser uma de nós… – Nessie reflectiu.
- Sim, ela vai. – Jacob disse.
- Não deveríamos avisar os outros? O bando? E a família dela?
Ponto de Vista da Renesmee
- Claro, claro. – Jake disse um pouco transtornado. Ele não gostava que tivéssemos de transformar alguém – Vamos para La Push, então.
- Vamos. – eu disse e ele me seguiu porta fora.
No mesmo dia que eu volto de minha lua-de-mel, acontece isso tudo! É demais…
Chegámos a La Push, e decidimos que o melhor seria contarmos primeiro à família: à Maggie e à Sophie.
Tocámos na campainha e foi Maggie quem nos abriu a porta.
- Oi. Aqui de novo? – ela perguntou.
- Sim. Sua mãe está em casa? – eu perguntei.
- Ainda está na casa do Billy. – Maggie disse – Porquê?
- Nos deixa entrar? – Jake pediu.
- Claro, entrem. – ela disse e nós entrámos. Nos acomodámos nos sofás que tinham na sala e Maggie se sentou também.
- Bem, Maggie…
- Quanta seriedade, desembuchem logo. – ela pediu.
- Não há uma maneira suave de dizer isso, por isso aqui vai… Sua irmã mandou uma mensagem ao Alec, dizendo mais ou menos, que se ele não transformava a bem, ele a transformaria à força.
- E?
- Ela se atirou do penhasco, embateu nas rochas, fez ferimentos muito graves e foi tarde demais. Sua vida humana estava acabada.
- Ela morreu?!?!?
- Não! Alec chegou a tempo e a transformou.
- Ele a transformou?
- Sim. – eu respondi e esperei pelos gritos da Maggie. Mas nada disso eu ouvi. Ela ficou dois minutos olhando o infinito e depois voltou sua atenção para nós.
- Você percebe que Alec não teve outra alternativa? – Jacob perguntou.
- Percebo… – ela disse – Ela queria isso. E teve isso.
- Então, por você está tudo bem? – eu perguntei para ter certeza.
- Sim, claro. Agora falta a reacção da minha mãe…essa vai ser pior.
Ponto de Vista do Alec
-------------------------3 dias depois-------------------------
Esses três dias foram muito complicados. Ver minha Angie sofrer a dor da transformação…a queimação…mas eu estive sempre aqui com ela, dizendo coisas calmantes e ela sempre se acalmava.
Ela já tinha acordado e a primeira coisa que ela disse foi meu nome. A levei para caçar. Edward e Bella foram connosco por precaução.
Depois de ter sua sede mais ou menos controlada, Edward e Bella nos ofereceram a chave do chalé…para passarmos lá a noite.
Angie, assim como Bella, tinha uma espécie de controlo acima do normal.
- Sabe o que eu quero mais que sangue? – ela perguntou quando entrámos no chalé?
- O quê?
- Você! – ela disse e nos amámos por várias horas seguidas, talvez mais de um dia.
Tinha realmente suas vantagens ela ser indestrutível…
Nota da Autora: E esse foi o penúltimo capítulo de Predestinados... Esperem, pelo Seth... ele vai ter um final feliz. Independentemente do modo como se escreve, respondendo à questão, nao sei nada acerca disso. Nao sei se se paga ou não. Bjs e adorei ler os vossos comentários.
Fanfic escrita por: Caroline Medeiros
Ponto de Vista da Renesmee
Eu estava voltando de minha lua-de-mel com o Jake hoje. Esses foram os dias mais felizes em toda a minha vida. Só tinha um pequeno pormenor: as saudades! Eu estava com muita saudade de todos: meus pais, minhas tias e tios, meus avós, meus amigos e amigas…para resumir: de todos mesmo!
O avião já estava quase a chegar a Seattle. Eu já tinha dormido antes, mas agora não conseguia. Minhas memórias, meus pensamentos, tudo me fazia estar acordada.
Jake estava dormindo um sono solto, quando eu o acordei. Tínhamos acabado de aterrar.
Eu sai do avião com Jake e ele carregou todas as nossas malas. Quando saímos, tivemos uma grande surpresa. Toda a minha família estava aqui: papai e mamãe, tia Alice e tio Jazz, tia Rose e tio Emm, vovó Esme e vovô Carlisle, Caroline e Sara, Alec e Jane.
- Filha! – meu pai e minha mãe gritaram ao mesmo tempo.
- Mamãe, papai! – eu disse e saltei no colo deles. Para quem visse essa cena podia parecer bem estranho. Eu e eles, parecíamos colegas de escola.
- Nessie, Jacob! – os outros também cumprimentaram.
- Oi. – nós dissemos.
Depois de termos cumprimentado todo o mundo, nós seguimos viagem nos carros habituais da família. Minha mãe e meu pai decidiram ir no meu conversível branco, para matar as saudades.
- Então, como foi? – mamãe perguntou ao fim de um tempo.
- Maravilhoso.
- Espetacular, eu diria. – Jake acrescentou.
- Ai sim? – papai perguntou – O que fizeram na ilha Rose?
- Bloqueia o Jake, mãe! – eu praticamente gritei.
- Feito. – ela respondeu. Meu pai rosnou.
- Que foi papai? O seu trato de abstinência ia só até ao casamento. Nós agora somos casados. Tá vendo? – eu disse e eu e Jake erguemos nossas mãos esquerdas com a aliança.
- Sim…sim… eu sei o que eu disse. – papai disse.
- Ainda bem. – eu disse.
A viagem para casa continuou e nós fomos contando os nossos pequenos grandes momentos na ilha. Tudo, exceptuando o que nós fazíamos de noite, (e algumas vezes durante o dia).
Finalmente chegámos e nós entramos em nossa casa. Jake colocou nossas malas no hall e imediatamente corremos para a casa grande.
- Bem-vindos, de novo! – tia Alice disse.
- Sim, é bom estar aqui de novo. – Jake disse.
- Lar, doce lar. – eu disse.
- Ah, Nessie…eu preciso de falar com você. – Jane disse.
- Ah, claro. – eu disse e a levei para meu antigo quarto.
- Eles vão ouvir… – Jane disse.
- Não vão não. – eu disse e abri a porta que dava acesso directo entre o meu antigo quarto da casa grande, para um corredor, uma passagem aérea, para a minha nova casa. Jane me seguiu e fomos para a sala.
- Lindo. Tudo aqui é lindo. – ela disse.
- É perfeito. – eu disse e olhei melhor à minha volta.
Grandes sofás branco pérola, a mistura perfeita entre o vermelho e o pérola na decoração. Ainda alguns tons de castanho-avermelhado, como meu Jake.
Jane se sentou num puff e eu me sentei bem recostada noutro.
- O que foi, Jane? – eu perguntei.
- Angie e Alec.
- O que eles têm?
- Angie quer muito que Alec a transforme. Todos os dias eles têm uma nova discussão sobre isso! Angie diz estar ficando velha de dia para dia, que ninguém a percebe, que ela só quer ficar eternamente com o meu irmão.
- Situação complicada…
- Há mais… Maggie está revoltada com a vida. Nada lhe traz felicidade. Ela quer tanto ter alguém, um imprinting, mas não consegue. Simplesmente, não consegue! Ela está tão mal, que tá perdendo o interesse pela vida.
- Quantos problemas…Mais algum?
- Ehr…eu tenho uma coisa para confessar.
- Diz.
- Eu…bem…eu…e o Victor, nós…
- Vocês? Desenvolve.
- Nós…nós…
- Vocês…? Vocês se envolveram fisicamente?
- Sim…
- Ah, parabéns, Jane! – eu disse.
- Não sei.
- Como assim? Não sabe o quê?
- Prometa que não vai contar para ninguém!
- Eu prometo, mas o Victor é lobo. Vai ser difícil manter disso um segredo. Partilha de pensamentos…
- Pensando nisso…eles vão ver sua lua-de-mel toda…
- NÃO! Oh meu deus, não! – eu disse e fiquei pensando no assunto. Jake não se ia transformar…não podia…não!
- Sim, ele vai.
- Não. Nem que ele fique uns tempos sem se transformar. – eu disse.
Mais algum tempo se passou, eu decidi ir a La Push, fazer uma visita ao meu vovô Charlie e à Sue…e a todos os meus amigos.
- Jacob, Nessie! – Seth gritou quando nos viu da janela de seu quarto. Ele saltou e veio me dar um grande abraço de urso.
- Seth, você está esmagando a mim…e à minha criança!!! – eu disse.
- SETH! – Jake gritou.
- Desculpa, desculpa, mil desculpas! – Seth se apressou a dizer e a me largar.
- Não tem problema. – eu respirei.
- Vê se te acalmas, cara. – Jake disse mais calmo e abraçou o Seth.
- São eles! Charlie… – Sue disse nos vendo da porta – Bem me parecia que tinha ouvido vossas vozes.
- Nessie…Jake! – Charlie disse vindo na nossa direcção.
- Olá vovô, Sue…
- Oi Sue e Charlie.
Depois de uma conversa animada, eu decidi visitar a Maggie e a Angie. Leah disse que elas precisavam de mim e Jane já tinha dito isso também.
Jake foi visitar seu pai. Eu fui visitar as garotas. Nas últimas 3 semanas, era a primeira vez que nos separávamos. Depois de cinco tentativas, cada um seguiu para a casa de quem tinha de visitar.
Toquei na campainha e a Sophie abriu imediatamente.
- Ah, oi Nessie. – ela disse – Ia agora para a casa do Billy…as meninas estão lá em cima.
- Oi Sophie. Obrigada pela informação. – eu disse e comecei subindo.
- Alec, você é capaz de entender que eu te amo? – ouvi a Angie chorar/gritar ao celular. A porta estava aberta, Angie estava lá no chão com gordas lágrimas descendo sua face.
- …..............
- Alec, eu quero você para sempre! – ela disse e ele falou qualquer coisa – Alec, essa é a única maneira. Me transforma, por favor!
Alec respondeu qualquer coisa.
- Quero que você saiba, que tudo o que eu faço é porque te amo. – Angie disse e jogou o celular para a parede do quarto. Depois, ela começou a chorar descontroladamente e se sentou.
- Angie… - eu disse entrando no quarto, aproveitando a deixa.
- Nessie, me deixa em paz! – Angie disse e se levantou. Ela esbarrou por mim e começou a correr pelas escadas abaixo. – Desculpa por isso. – ela gritou antes de sair de casa.
- Maggie… – eu gritei e fui ter ao quarto dela.
- Nessie! – Maggie falou se levantando da secretaria. Ela tava ouvindo música no computador – Você voltou…Quantas saudades! – Maggie disse e me abraçou.
- Ehr, oi! – eu disse – Tive saudades também.
- E ai, como correu sua lua-de-mel?
Ponto de Vista da Angie
Que eu vou fazer da minha vida? Alec tem medo de me machucar, por isso não quer ter nada comigo. Diz que é para meu bem, para me proteger. Quem quer ser protegida? Eu não, com certeza!
Ele vai ver onde eu enfio tanta proteção. Por me lembrar disso…
Flashback
Eu estava na casa grande dos Cullen, Alec estava tratando de um assunto com Edward, na floresta (que eu desconhecia), quando Bella falou comigo.
- Então Angie, como vai? – Bella perguntou. Nessie ainda estava de lua-de-mel.
- Mal. – eu respondi – Alec quer me proteger demais. Eu queria que ele me transformasse…
- Percebo. A sério que percebo. – ela disse.
- Bella, me conta a sua história?
- Ah, claro Angie. – Bella disse e começou contando. Chegou numa parte, que eu me interessei. – Um dia, Edward se foi. Durante 8 meses não vi o Edward. Me desinteressei pela vida, e só havia um motivo para me manter “viva”. Eu tinha um género de alucinações com ele. Sempre que eu corria riscos, ele aparecia. E foi ai, que eu comecei procurando o perigo. Fiz imensas besteiras. A mais grave foi mesmo quando me atirei do penhasco. Ia morrendo. Só não morri porque Jake me salvou. Ele foi um verdadeiro anjo. A força da corrente…
- Você fez isso?
- Sim. Eu pensei que era a única maneira de o ver. E vi. Quis provar que ele estava errado. Que com aquela cena, de me atirar do penhasco, ele percebesse que se afastar de mim, não me protegia.
- E você não morreu, por pouco…Mas ele também não transformou você quando voltou…
- Não…quando ele voltou eu estava perfeitamente bem de saúde…Eu fiz um trato com o Carlisle, depois da formatura, ele me transformaria. E mais uma vez Edward conseguiu mudar meus planos.
- Como assim?
- Prometeu que seria ele a me transformar, se eu aceitasse me casar com ele.
- E você aceitou…
- Sim, eu aceitei. Depois engravidei na lua-de-mel e nossos planos ficaram estragados. Eu travei uma luta com a vida. Eu ia morrer. Nessie era forte demais para meu corpo frágil de humana. Foi assim, que ele se viu obrigado a me transformar. Quando eu estava no limiar da morte. Eu estava prestes a morrer, ele não ia permitir isso…e me transformou.
- História Linda. – eu disse.
Fim do Flashback
Era isso! Se eu tivesse morrendo, ele iria me transformar. Nessie me contou uma vez que Carlisle transformou a Esme depois de ela se atirar de um penhasco…eu podia fazer isso!
Só tinha de fazer uma coisa primeiro. Me despedir de minha mãe. Ela é humana, eu sei que os primeiros tempos como vampira são incontroláveis. Eu não a poderia ver por um longo tempo.
Mas por Alec, tudo valeria a pena. A eternidade ao lado da pessoa que se ama deve ser maravilhosa.
Fui na casa do Billy, sabia que minha mãe estaria lá. Namorados…me parece um bom destino para ela.
Bati na porta, ela veio me abrir. Cumprimentei todos: o Jake, a Rachel, o Paul, o Billy e a minha mãe.
- Filha, o que você faz aqui? – ela me perguntou.
- Ehr…vim ver se estava tudo bem. – eu improvisei. Não podia chegar aqui e dizer: “Mãe, vou me matar. Mas não é bem matar, simplesmente vou ser transformada depois. Em…vampira. Vai correr tudo bem, vou ficar indestrutível…Só tem mesmo um defeito, não vou poder ver você por uns tempos…ia querer beber seu sangue mamãe.” Não mesmo! Não dava para dizer a verdade.
- Ah, sim filha. Está tudo bem comigo. Porque não haveria de estar? – ela perguntou confusa.
- Pois, claro que você está bem mamãe. Ainda bem. – eu disse.
- E você?
- Eu também. Eu também. – eu disse e beijei sua face – Adeus mamãe, tenho de ir. Te amo.
- Ok. Adeus Angie, te amo também filha. – ela disse e eu sai.
Quando mais tempo passava, mais difícil se tornava a minha decisão.
Podia ver a minha vida rolando como um filme na minha mente. Cada momento que partilhei com minha irmã, cada dor, cada felicidade. TUDO! Mas, nesse momento minha vida era Alec. Maggie ia entender isso. Eu sei, nos primeiros tempos o cheiro dela ia ser muito repulsivo para mim, mas eu sabia que com o tempo, nós nos acostumamos e era isso que eu necessitava. Eu e ela seriamos sempre irmãs. Sendo ambas humanas, ela loba e eu humana, ou ela loba e eu vampira. Nada ia destruir nossa relação de irmãs e amigas.
O penhasco. Nunca pensei em como eu iria morrer, mas morrer para ficar com alguém que eu amo me parece uma boa maneira de partir. E tecnicamente, eu não vou partir. Só minha parte humana morrerá. Eu vou continuar vivendo pela eternidade.
Finalmente cheguei ao penhasco. Ali terminaria um ciclo da minha vida. Peguei no meu celular, eu tinha de garantir que tudo terminaria como eu queria.
“Alec, se você não quer ficar comigo eternamente, então não me quer. Vou terminar essa tortura. Vou deixar esse mundo. Vou te amar para sempre, seja aqui ou noutro sitio qualquer. Resta saber se você me deixa viver esse amor ao seu lado. Peça ajuda a Esme caso queira saber como pretendo morrer…ou não morrer. Beijos, te amo eternamente.”
Espero que ele perceba o conteúdo da mensagem. Era simples, mas sentida.
Larguei minha mala, meu celular, tirei meu casaco e coloquei tudo num canto. Olhei lá para baixo. O mar estava agitado. Nunca vi um mar tão agitado em La Push como hoje. Isso era perfeito. Os ferimentos tinham de ser graves, muito graves. Graves ao ponto de me deixar entre a vida e a morte.
Olhei para baixo de novo. A coragem estava a faltar-me. Angie não sejas parva! Idiota, tu vais fazer isso pelo Alec…pelo Alec… pelo Alec!
Me atirei de cabeça. A queda foi brutal, mas o que me assustava mesmo eram as pedras. Eu tinha de embater nelas…e infelizmente, ou felizmente, eu ia.
Ponto de Vista do Alec
O que raio essa mensagem significa? Edward, será que ele está lá em baixo?
- Estou sim. – ele respondeu, da sala, eu acho.
- Pode vir aqui?
- Claro. Estou indo. – ele disse e em menos de um segundo ele estava aqui.
- O que raio significa isso? Consegue decifrar? – eu perguntei e ele leu a mensagem.
- Angie vai tentar se matar.
- O quê??!!??!!??
- Sim, ela vai. Ela já pediu a você que a transformasse várias vezes. A mensagem é clara. Ela vai se matar…num penhasco. Como a Esme. Ela tá pedindo que você a transforme, para ela não morrer.
- Como assim?
- Ela provavelmente já se atirou. Deve ter ficado com graves ferimentos. Entre a vida e a morte. Ela quer que você a transforme, para ela não morrer.
- Não é possível! Onde ela estará?
- Há um penhasco em La Push…Bella já se atirou de lá.
- Por acaso, – disse Bella entrando no meu quarto – eu contei isso à Angie.
- Bella, você contou? – eu perguntei.
- Sim. Eu não esperava que ela fizesse o mesmo que eu. Mas como eu disse que quase não tinha sobrevivido, ela deve ter associado. Desculpa.
- OMG! Temos de ir já para lá.
- Vamos. – Edward disse – Eu te digo onde fica.
- Eu vou junto. – Bella disse.
- Boa sorte. – mamãe disse – Faça o que puder, meu filho. Salve a Angie.
- Claro! – eu gritei correndo para La Push. Ela ouvira, certamente.
O que se passou na cabeça linda daquela garota? Ela tá se matando por mim! Só desejo chegar a tempo…
Dizem que La Push fica perto de Forks. Geralmente fica, mas hoje, até para um vampiro como eu tá ficando longe.
- Se acalma, Alec. – Edward disse – Você vai chegar a tempo. Eu vou ligar para o Carlisle.
- Ok. – eu disse.
- Oi Carlisle. – disse Edward ao celular – Angie, provavelmente se atirou de um penhasco abaixo. Ela está a tentar matar-se, para Alec ser obrigado a transformar.
- Entendo…onde foi isso? – Carlisle respondeu do outro lado.
- Aqui em La Push, no penhasco. Nós estamos chegando. Vem para cá?
- Vou já para ai. – Carlisle respondeu.
- Alec…você sabe, ela provavelmente se atirou com força…e para as rochas. – Bella disse.
- Sim…
- Ela provavelmente vai estar num estado quase morte. Você a vai transformar…não vai deixar a Angie morrer, pois não? – Bella perguntou.
- Claro que não. – eu respondi – Ela é minha vida. Mas porquê? Porquê ela arrisca se matar, para ser transformada?
- Por você. – Bella respondeu – Ela quer ficar com você para sempre.
- E eu quero ficar com ela para sempre…mas eu não queria ter de a transformar. Obrigar a ser essa maquina mortífera.
- Sempre o mesmo argumento! – Bella rebateu e lançou um olhar para Edward – Veja, ela vai se tornar vampira, como nós Cullen. Ela vai querer ser vegetariana. Matar animais…que mal isso tem? Humanos também matam animais para comerem. A diferença, é que nós bebemos os animais, eles comem. Simples.
- Vendo desse modo…
- Exacto. Eu tenho razão. Coitada da rapariga. Já passei pelo mesmo e não desejo a ninguém. Todos à sua volta são imortais, sejam lobos ou vampiros, menos ela. Humana, frágil…mortal. Ela quer você e você não quer ficar com ela, por ela ser humana. E é por esse amor, que ela tá fazendo isso.
- Tenho de admitir, o que a Bella está dizendo é verdade. – Edward disse – E acredita, depois de ter Angie como imortal, você pode se tornar um vampiro muito feliz. – ele disse e lançou um olhar amoroso e cúmplice para a Bella.
- Chegámos. – Bella disse, eu conseguia sentir o mar agitado lá em baixo – Vamos nos atirar os 3. Assim temos mais probabilidades de a encontrar.
- Os 2! – Edward disse receoso – Você não vai se atirar, Bella.
- Vou sim. – ela disse – Me larga, Edward. Se esqueceu que eu sou indestrutível, tanto como você?
- Pronto, tudo bem. Ganhou essa. Vamos então. – ele disse, quando eu já ia a meio da minha queda.
Esse penhasco não significava nenhum perigo para um vampiro, mas com essa agitação no mar e essas rochas lá em baixo poderia ser fatal para um humano.
Cheguei na água e não via sinal de minha Angie. Só senti o cheiro a sangue nas rochas.
- Não!!!!! – eu gritei.
- Eu também tou sentindo. – Edward disse – Sangue da Angie, nas rochas.
- Vou procurar em profundidade. – eu disse e entrei dentro de água.
Há quanto tempo ela se tinha atirado? Tempo demais, certamente. Humanos não respiram debaixo de água.
Continuei a minha busca desesperante, quando eu vi, um corpo, com muito pouca cor todo retalhado, com grandes aberturas na cabeça e por todo o corpo: Angie.
Ela estaria ainda viva? Nadei o mais rápido possível. Rápido até para um vampiro.
Peguei seu corpo inanimado, sem saber se ela ainda estaria viva e vim para a superfície. Uma onda a ia atingir, mas eu a protegi.
Edward e Bella vieram para a superfície também e me seguiram para a praia.
Deitei o corpo de minha amada na areia e vi papai Carlisle chegar.
- Vim o mais rápido que pude. Estava a operar. – ele disse.
- Angie… - eu disse, soluçando.
- O que se está passando aqui? – Jacob perguntou, chegando com Nessie na praia.
- Angie! – Nessie começou a chorar descontroladamente.
Papai começou confirmando algumas coisas, como o batimento de seu coração. Eu podia jurar que não estava mais batendo.
- Ainda há uma leve batida, muito leve. É tarde demais.
- Tarde demais?
- Sim, Alec. Tarde demais. Ela vai morrer. – papai disse.
- Não pode ser!!
- Pode e vai. Só depende de você. É tarde demais para ela como humana, mas você pode a transformar. Com sua mãe foi assim. Ela estava num estado muito semelhante à Angie.
- Eu não sei se consigo…
- Você vai conseguir. – ele me encorajou.
- Salva minha amiga… - Nessie pediu, segurando sua barriga enorme de grávida, e chorando imenso.
- Tem certeza?
- Absoluta. Morda ela, a transforme.
- Jacob, nos permite isso? – papai perguntou.
- Sim. Ela vai morrer. Ela queria isso. A transformem. – ele disse.
- Certo. Eu te amo, Angie… - eu gritei aos sete ventos e a mordi. Seu sangue, tão perto…estava me deixando louco, mas eu tinha de parar.
- Pare, Alec. – papai disse – Ela já tem veneno o suficiente.
- Pára. – Bella disse também.
- Eu sei que você consegue. – Edward também disse. Lentamente, a muito custo, eu larguei seu pescoço. E limpei minha boca.
- Você tem de lamber as feridas. – Carlisle disse – O veneno irá curá-las.
- Aqui? Agora?
- Sim. – ele disse e eu fiz o que ele mandou.
- Se cura, por mim. – eu sussurrei no seu ouvido.
- Pega ela. Vamos levá-la para casa. – papai disse.
- Certo. – eu disse e a peguei. Seu corpo encharcado de água.
Quando cheguei em casa a dei para mamãe.
- Veste qualquer coisa nela. Seca. – eu pedi.
- Sim, ela está em processo de transformação. Depois a coloca no quarto do Alec. Ele vai passar esses 3 dias com ela. – papai disse – Não é filho?
- Sim. – eu respondi – Claro que eu ia.
- Minha amiga vai ser uma de nós… – Nessie reflectiu.
- Sim, ela vai. – Jacob disse.
- Não deveríamos avisar os outros? O bando? E a família dela?
Ponto de Vista da Renesmee
- Claro, claro. – Jake disse um pouco transtornado. Ele não gostava que tivéssemos de transformar alguém – Vamos para La Push, então.
- Vamos. – eu disse e ele me seguiu porta fora.
No mesmo dia que eu volto de minha lua-de-mel, acontece isso tudo! É demais…
Chegámos a La Push, e decidimos que o melhor seria contarmos primeiro à família: à Maggie e à Sophie.
Tocámos na campainha e foi Maggie quem nos abriu a porta.
- Oi. Aqui de novo? – ela perguntou.
- Sim. Sua mãe está em casa? – eu perguntei.
- Ainda está na casa do Billy. – Maggie disse – Porquê?
- Nos deixa entrar? – Jake pediu.
- Claro, entrem. – ela disse e nós entrámos. Nos acomodámos nos sofás que tinham na sala e Maggie se sentou também.
- Bem, Maggie…
- Quanta seriedade, desembuchem logo. – ela pediu.
- Não há uma maneira suave de dizer isso, por isso aqui vai… Sua irmã mandou uma mensagem ao Alec, dizendo mais ou menos, que se ele não transformava a bem, ele a transformaria à força.
- E?
- Ela se atirou do penhasco, embateu nas rochas, fez ferimentos muito graves e foi tarde demais. Sua vida humana estava acabada.
- Ela morreu?!?!?
- Não! Alec chegou a tempo e a transformou.
- Ele a transformou?
- Sim. – eu respondi e esperei pelos gritos da Maggie. Mas nada disso eu ouvi. Ela ficou dois minutos olhando o infinito e depois voltou sua atenção para nós.
- Você percebe que Alec não teve outra alternativa? – Jacob perguntou.
- Percebo… – ela disse – Ela queria isso. E teve isso.
- Então, por você está tudo bem? – eu perguntei para ter certeza.
- Sim, claro. Agora falta a reacção da minha mãe…essa vai ser pior.
Ponto de Vista do Alec
-------------------------3 dias depois-------------------------
Esses três dias foram muito complicados. Ver minha Angie sofrer a dor da transformação…a queimação…mas eu estive sempre aqui com ela, dizendo coisas calmantes e ela sempre se acalmava.
Ela já tinha acordado e a primeira coisa que ela disse foi meu nome. A levei para caçar. Edward e Bella foram connosco por precaução.
Depois de ter sua sede mais ou menos controlada, Edward e Bella nos ofereceram a chave do chalé…para passarmos lá a noite.
Angie, assim como Bella, tinha uma espécie de controlo acima do normal.
- Sabe o que eu quero mais que sangue? – ela perguntou quando entrámos no chalé?
- O quê?
- Você! – ela disse e nos amámos por várias horas seguidas, talvez mais de um dia.
Tinha realmente suas vantagens ela ser indestrutível…
Nota da Autora: E esse foi o penúltimo capítulo de Predestinados... Esperem, pelo Seth... ele vai ter um final feliz. Independentemente do modo como se escreve, respondendo à questão, nao sei nada acerca disso. Nao sei se se paga ou não. Bjs e adorei ler os vossos comentários.
Fanfic escrita por: Caroline Medeiros
Publicada por
Caroline Medeiros
em
sexta-feira, março 11, 2011
7 comentários:
Etiquetas:
Predestinados
Predestinados - Capítulo 28
Capítulo 28: Quarteto Maravilha e Maggie…na Escola
Ponto de Vista da Jane
Já fazia mais de uma semana e meia que Jacob e Nessie tinham ido de lua-de-mel. Eles ligavam regularmente e nós sabíamos que eles estavam extremamente felizes.
Na segunda eu estava indo para a escola com Alec, Maggie e Angie e…Victor…sim, eu disse Victor. Ele vem tirar o ensino médio connosco, melhor dizendo: comigo. Angie e Maggie vieram estudar para La Push, agora que estão morando cá e Nessie não vai mais na escola com Jake, por agora. Papai e mamãe decidiram que era mais seguro nós estudarmos aqui também. Falaram com o Sam e com a Leah e eles deixaram. Leah está cuidando do bando do Jake por tempo indeterminado.
Seria estranho demais aparecer mais dois Cullen na escola da Nessie em Port Angels.
Victor é o meu amor, nós estamos muito bem, saímos quase toda a noite com Alec, Angie, Seth e Maggie.
É realmente uma pena que Seth e Maggie não sintam nada um pelo outro, porque eles realmente estão precisando de um imprinting, de alguém que os ame e que eles amem.
Também tenho pena do meu maninho…ele ama a Angie e muito, mas tem tanto medo de a machucar…
Minha família não podia ser mais perfeita. Cada dia me sinto mais feliz aqui.
- Jane, posso entrar? – Rosalie bateu na porta do meu quarto e perguntou.
- Claro. – eu disse.
- Esme está lá em baixo esperando por você, ela vai te dar os últimos truques que deves usar quando estás com humanos.
- Ah, tudo bem, eu já desço. – eu disse e fui me vestir. Por hábito, e apenas isso, eu vestia todas as noites um pijama.
Mamãe acabou dando as nossas ultimas lições sobre como lidar com humanos.
Victor passou aqui para me dar um beijo e eu amei aquele momento.
Eu, Alec, Alice e Jasper saímos para caçar. Tínhamos de estar no nosso máximo controle amanhã.
Meu despertador (Alice) me “acordou” de manhã para me arrumar. Vesti uns jeans de ganga escura, com uma camisola branca. Calcei umas botas brancas também. Para não ser muito simples, Alice colocou um cachecol em mim rosa e branco. Coloquei uns brincos brancos em bola. Meu cabelo estava esticado. Passei o lápis em meus olhos. Pus uma leve sombra. Coloquei base para dar alguma cor na minha cara. Passei gloss rosa e verifiquei o resultado final: perfeito.
Alice foi buscar um sobretudo branco no closet da Nessie. Ela disse que ficava muito bem com essa roupa e que Nessie nem ia se importar.
Desci as escadas com minha mala pronta para ir para a escola.
Alec estava nuns lindos jeans escuros também com uma camisa azul. Ele tinha vestido uma jaqueta preta em pele. Ele ficou muito bonito e jovial.
Ponto de Vista da Jane
Já fazia mais de uma semana e meia que Jacob e Nessie tinham ido de lua-de-mel. Eles ligavam regularmente e nós sabíamos que eles estavam extremamente felizes.
Na segunda eu estava indo para a escola com Alec, Maggie e Angie e…Victor…sim, eu disse Victor. Ele vem tirar o ensino médio connosco, melhor dizendo: comigo. Angie e Maggie vieram estudar para La Push, agora que estão morando cá e Nessie não vai mais na escola com Jake, por agora. Papai e mamãe decidiram que era mais seguro nós estudarmos aqui também. Falaram com o Sam e com a Leah e eles deixaram. Leah está cuidando do bando do Jake por tempo indeterminado.
Seria estranho demais aparecer mais dois Cullen na escola da Nessie em Port Angels.
Victor é o meu amor, nós estamos muito bem, saímos quase toda a noite com Alec, Angie, Seth e Maggie.
É realmente uma pena que Seth e Maggie não sintam nada um pelo outro, porque eles realmente estão precisando de um imprinting, de alguém que os ame e que eles amem.
Também tenho pena do meu maninho…ele ama a Angie e muito, mas tem tanto medo de a machucar…
Minha família não podia ser mais perfeita. Cada dia me sinto mais feliz aqui.
- Jane, posso entrar? – Rosalie bateu na porta do meu quarto e perguntou.
- Claro. – eu disse.
- Esme está lá em baixo esperando por você, ela vai te dar os últimos truques que deves usar quando estás com humanos.
- Ah, tudo bem, eu já desço. – eu disse e fui me vestir. Por hábito, e apenas isso, eu vestia todas as noites um pijama.
Mamãe acabou dando as nossas ultimas lições sobre como lidar com humanos.
Victor passou aqui para me dar um beijo e eu amei aquele momento.
Eu, Alec, Alice e Jasper saímos para caçar. Tínhamos de estar no nosso máximo controle amanhã.
Meu despertador (Alice) me “acordou” de manhã para me arrumar. Vesti uns jeans de ganga escura, com uma camisola branca. Calcei umas botas brancas também. Para não ser muito simples, Alice colocou um cachecol em mim rosa e branco. Coloquei uns brincos brancos em bola. Meu cabelo estava esticado. Passei o lápis em meus olhos. Pus uma leve sombra. Coloquei base para dar alguma cor na minha cara. Passei gloss rosa e verifiquei o resultado final: perfeito.
Alice foi buscar um sobretudo branco no closet da Nessie. Ela disse que ficava muito bem com essa roupa e que Nessie nem ia se importar.
Desci as escadas com minha mala pronta para ir para a escola.
Alec estava nuns lindos jeans escuros também com uma camisa azul. Ele tinha vestido uma jaqueta preta em pele. Ele ficou muito bonito e jovial.
Victor passou aqui para nos dar carona para a escola. Não que nós realmente necessitássemos, mas por questões de aparência era melhor. E…eu amava isso.
Quando chegámos na escola vimos imensa gente na entrada. Alguns humanos estavam fumando, outros se agarrando e outros simplesmente discutindo. Hormonas de adolescente não devem ser fáceis de controlar.
Todos ficaram nos olhando como se fossemos de outro mundo, e eu não podia os culpar por isso. Dois caras hiper pálidos, novos na escola junto com um rapaz, perdão um hiper homem, hiper musculado e com uma pele perto do acastanhada.
Entrámos na escola e eu podia ouvir seus comentários sussurrados.
- Quem são eles? – perguntou um garoto olhando para mim.
- Não sei, Oliver. Devem ser os caras novos.
- Aquele cara e aquela garota estão juntos, Lilly? – perguntou o garoto chamado Oliver.
- Não sei…talvez, mas isso não importa. O sinal está batendo… - disse a garota chamada Lilly. Gostei do ar dela. Muito simples, sem problemas. Loira, olhinho azul.
Continuei mexendo os pés com Alec e Victor para a secretaria. Passámos lá e pegámos nossos horários.
Portanto, minhas aulas eram com Alec. Estávamos ambos no primeiro ano. Victor ia ter aulas com a Maggie. Angie ficou sozinha no terceiro ano enquanto Jake não voltasse (se ele voltasse). Nessie, ia ver o que fazer. Dependendo do bebê, ela poderia voltar ou não à escola.
Entrei na sala um pouco atrasada com Alec e todos se viraram para nos olhar. O professor tossiu pedindo atenção. Todos se viraram. Nós nos encaminhámos para a frente e o professor começou falando.
- Turma, esses sãos os novos alunos. Alec e Jane Cullen, certo ?
- Certo. – eu disse.
- Sim. – Alec respondeu.
- Vou ser o vosso professor de história. Meu nome é Patrick. Podem se apresentar à turma. – o professor Patrick disse e eu enrijeci.
- Ah, ehr… – eu disse – Meu nome é Jane Cullen, sou filha biológica do Dr. e da Dr.ª Cullen. Esse é meu irmão gémeo Alec. Estudámos em Itália num colégio interno desde que nossos pais vieram morar para aqui.
- É isso mesmo. Decidimos estudar num colégio interno a tempo inteiro para nosso enriquecimento pessoal, mas as saudades apertam e voltámos para viver a tempo inteiro com nossos pais. É essa a nossa história. – Alec acabou de contar a história que tínhamos planejado em casa.
- Podem sentar. Jane senta ali ao pé da Lilly. Alec senta ao pé do Oliver. – o professor Patrick disse.
Apenas restavam esses dois lugares vazios na classe. Peguei a caderneta assinada do professor e me sentei ao lado da Lilly.
- Ah, oi! – a loirinha da entrada disse – Eu sou a Lilly.
- Prazer Lilly, eu sou a Jane. – eu disse e ela sorriu naturalmente. Humana simpática, eu acho.
A aula de História passou rápido e o sinal bateu. Lilly disse que o bar ficava no piso de baixo, apenas tinha de virar à esquerda, descer as escadas e andar em frente. Eu e Alec saímos da sala e fomos o centro das atenções, mais uma vez.
Quando chegámos no bar, estava a Maggie, a Angie e o Victor sentados numa mesa. Eu praticamente saltei no colo dele e o beijei. Sua língua pediu permissão para entrar na minha boca, mas eu neguei.
- Aqui não. – eu disse entre o beijo e ele aceitou.
Suas mãos exploraram meu corpo. Parecíamos esfomeados, mesmo tendo nos visto há menos de 2 horas.
Alec deu um beijo na testa da Angie. Ela fechou os olhos e respirou fundo.
- Pensei que não ia ver você hoje. – Angie reclamou.
- Ah, claro que você ia e vai. – Alec respondeu.
- Conversa lamechas: Play. – Maggie reclamou bocejando.
- Maggie. – eu reclamei baixinho.
- Claro, vou dar uma volta por ai. – ela disse e saiu.
- Porque você foge de mim? – Angie perguntou ao Alec.
Ponto de Vista da Angie
- Eu não fujo de você. – ele disse.
- Foge sim! Não minta. – eu reclamei. Porque ele estava evitando um assunto que eu sabia ser verdade?
- Quer saber, quer? – Alec disse um tanto alterado. Música começou tocando no bar.
- Quero. – eu disse e ele começou cantando. Eu entrei no jogo, ele ia ter resposta.
Young Forever (feat. Mr. Hudson)
Jovem Pra Sempre
[Alec]
Let's dance in style
Vamos dançar com estilo
Let's dance for a while
Vamos dançar por um instante
Heaven can wait, we're only watching the sky's
O paraíso pode esperar, estamos apenas olhando para o céu
Hoping for the best but expecting the worst
Desejando o melhor, mas esperando pelo pior
Are you going to drop the bomb or not?
Está tentando soltar a bomba ou não?
[Angie]
Let us die young or let us live forever
Nos deixe morrer jovens ou nos deixe viver pra sempre
We don't have the power, but we never say never
Nós não temos poder, mas nunca dizemos nunca
Sitting in a sand pit life is short trip
Sentando na areia, a vida é uma viagem curta
The music is for a sad man
A música é para um homem triste
[Angie]
Forever young,
Jovem pra sempre,
I wanna be forever young
Eu quero ser pra jovem pra sempre
[Alec]
Do you really want to live forever?
Você realmente quer viver pra sempre?
[Angie]
Forever and ever
Pra sempre e sempre
Forever young I wanna be
Jovem pra sempre, eu quero ser
Forever young
Jovem pra sempre
[Alec]
Do you really want to live forever?
Você realmente quer viver pra sempre?
[Angie]
Forever, forever
Pra sempre e sempre
[Alec]
May the best of your todays,
Faça seu melhor hoje,
Be the worst of your tomorrows,
Seu amanhã pode ser pior,
But we ain't even thinking that far,
Mas nós nunca pensamos alto,
You know mean?
Sabe como?
[Angie]
So we livin' life like a video,
Então vivemos a vida como num filme,
Where the sun is always out,
Onde o sol está sempre alto,
And you never get old,
E você nunca fica velho,
And the champagne's always cold,
E o champagne está sempre gelado,
And the music's always good,
E a música é sempre boa,
And the pretty girls just happen to stop by on the hood,
E as meninas bonitas apenas param por acaso no bairro
And they hop their pretty ass up on the hood of that pretty ass car,
E elas mexem suas bundas bonitas em cima do capô daquele carro espectacular,
WIthout in a wrinkle in today,
Sem nenhuma ruga hoje,
Because there is no tomorrow,
Porque não há amanhã,
[Alec]
Just a picture perfect day that lasts a whole lifetime,
Um dia perfeito pode durar uma vida inteira,
And it never ends because all we have to do is hit rewind,
E esse dia nunca termina porque tudo que precisamos fazer é dar replay,
So let's stay in the moment,
Então vamos ficar no presente,
Smoke some week, drink some wine,
Fumar um baseado, beber um pouco de vinho,
Reminisce, talk some shit, forever young is in your mind,
Relembrar velhas histórias, falar qualquer treta, eternamente jovem está na sua mente,
Leave a mark that can't erase
Deixar uma marca que não poderá se apagar
Neither space nor time,
Num espaço e nem no tempo,
So when the director yells cut I'll be fine,
Então, quando o diretor gritar "corta" eu estarei bem,
I'm forever young,
Serei sempre jovem,
[Angie]
Forever young,
Jovem pra sempre,
I wanna be forever young
Eu quero ser pra jovem pra sempre
[Alec]
Do you really want to live forever?
Você realmente quer viver pra sempre?
[Angie]
Forever and ever
Pra sempre e sempre
Forever young I wanna be
Jovem pra sempre, eu quero ser
Forever young
Jovem pra sempre
[Alec]
Do you really want to live forever?
Você realmente quer viver pra sempre?
[Angie]
Forever, forever
Pra sempre e sempre
[Alec]
Fear not when, fear not why,
Sem medo do quando, sem medo do porque,
fear not much while were alive,
sem muito medo enquanto estamos vivos,
life is for living not living up tight,
a vida é para viver, não para viver preocupado,
see ya somewhere up in the sky,
ver você em algum lugar no céu,
fear not die, I´ll be alive for a million years, bye bye,
sem medo de morrer, eu vou estar vivo por um milhão de anos, bye bye,
so not for legends, I´m forever young
não para lendas, eu sou jovem para sempre
my name shall survive
meu nome deve sobreviver
through the darkest blocks, over kitchen stoves,
através dos blocos mais escuros, dos fogões das cozinhas,
over Pyrex pots, my name shall be passed down to generations
sobre potes de pirex, meu nome será transmitido por gerações
while debating up in barber shops, young slung, hung here,
enquanto o debatem nas barbearias, jovens, juntos aqui,
show that the n-gga from here
mostrem que os manos daqui
with a little ambition just what we can become here,
com um pouco de ambição apenas podemos nos tornar alguém aqui,
and as the father passed his story down to his sons ears,
e como o pai passou a sua história para os ouvidos de seus filhos,
younger kid, younger every year, yeah
crianças, de qualquer idade, yeah
so if you love me baby this is how you let me know.
Então se me ama baby me deixa saber
Don´t ever let me go, thats how you let me know, baby
Nunca me deixe ir, é assim que você dirá, baby
[Angie]
Forever young,
Jovem pra sempre,
I wanna be forever young
Eu quero ser pra jovem pra sempre
[Alec]
Do you really want to live forever?
Você realmente quer viver pra sempre?
[Angie]
Forever and ever
Pra sempre e sempre
Forever young I wanna be
Jovem pra sempre, eu quero ser
Forever young
Jovem pra sempre
[Alec]
Do you really want to live forever?
Você realmente quer viver pra sempre?
[Angie]
Forever, forever
Pra sempre e sempre
[Angie]
Slamming Bentley doors,
Batendo as portas do Bentley,
hopping out of Porsche´s,
pulando de Porsche's,
popping up on Forbes lists,
aparecendo nas listas da Forbes,
Gorgeous,
Deslumbrante,
[Alec]
hold up,
calma aí,
n-ggas starting law suits,
manos pensando que eu perdi,
they be talking bullsh-t
eles estão falando besteira
I be talking more sh-t
eu estarei falando mais treta
they nauseous,
eles causam náuseas,
hold up,
calma aí,
I´ll be here forever
Eu estarei aqui pra sempre
[Angie]
you know, I´m on my fall sh-t,
você sabe, eu estou em minha queda,
and I ain´t waiting for closure, I will never forfeit,
e eu não estou esperando que termine, eu nunca perderei,
less than four bars,
menos de quatro bares,
Guru bring the chorus in,
Guru traz o refrão,
[Alec]
did you get the picture yet,
você já tirou a foto mas,
I´m painting you a portrait of young?
Estou pintando-lhe um retrato de jovens
- Você sabe que eu te amo. – ele se defendeu.
- Eu te amo também. Porque não fica comigo?
- É perigoso.
- Deixa dessa história. Eu te amo, quero você.
- Você pode morrer!
- Me transforme. – eu pedi simplesmente.
- Não vamos ter essa conversa aqui. – ele disse.
- Eu digo que vamos. – eu disse e ele me pegou na mão.
- Vem comigo. – ele disse me dando a mão e eu bloqueei. Ele começou andando entre a multidão de mãos dadas comigo e eu o segui.
- Alec, você sabe, eu tou farta de ser humana! Minha irmã, minhas melhores amigas, meu mundo, tudo está ligado ao sobrenatural, eu necessito de ser jovem para sempre. Eu sou mortal, humana, frágil, eu vou morrer! E nós vamos ficar separados se isso acontecer.
- Mas…
- Mas nada Alec, você me ama?
- Se eu te amo? Se eu te amo? Eu te amo mais que tudo. Eu faria tudo por você! TUDO!
- Então me transforma. – eu pedi.
- Não.
- Porquê?
- Não vou tornar você no monstro que eu sou.
- Você não é um monstro!
- Eu não sou um monstro? Eu matei humanos durante anos, Angie.
- Não importa, agora você é um Cullen, você é vegetariano e eu também posso ser.
O sinal bateu e nossa conversa ficou por ali. Ele se despediu de mim com um beijo singelo na minha testa. Eu respirei fundo e controlei meu coração. Cada beijo, cada simples toque, tudo isso me fazia ferver. Meu coração ficava descompassado, minha respiração alterava seu ritmo, eu ficava ofegante.
Minha aula foi secante. Inglês…quem precisa disso quando o mundo lá fora está prestes a explodir? Tenho um namorado (bem, ele não é bem meu namorado, mas também não deixa de ser) vampiro, uma irmã loba, minha mãe namora o ancião da tribo e eu sou absolutamente, mundanamente, infelizmente, HUMANA, MORTAL!
Onde está a justiça desse mundo? Minha melhor amiga Nessie, por exemplo, nasceu de seus pais humana e vampiro. Essa história já aconteceu uma vez…já provaram que isso é possível desde que a humana (neste caso, eu) seja transformada. Tão simples como isso…qual é a complicação aqui?
Enfim, o resto do dia passou sem nenhum incidente especial tirando a parte em que a Maggie ia se atirando em cima de uma garota irritante chamada Fillipa. Jane e eu quase não demos conta do trabalho. Maggie ficou assim porque a Fillipa disse que ela era a única sozinha aqui. Ela ficou passada.
Quando cheguei em casa com a Maggie, fui para o meu quarto. Liguei meu computador. Liguei o MSN. Alec, Victor, Seth, Jane, Claire, Quil e minha irmã estavam online.
** Conversas de MSN**
Claire diz:
Oi!
Angie diz:
Oi Claire…
Claire diz:
…?
Angie diz:
Não tou muito bem, hoje…
Claire diz:
Eu também não.
Angie diz:
Não vi você hoje na escola, onde você tava?
Claire diz:
Peguei um resfriado. Tou em casa, doente. Bah!
Angie diz:
Ah…mas você está melhor?
Claire diz:
Sim…mas e você? Você disse que não estava bem…
Angie diz:
Deixa isso para lá…
Claire diz:
Espera, vou anexar a Maggie e a Jane à conversa.
Angie diz:
Ok…
Jane diz:
Oi meninas…
Maggie diz:
É, oi!
Angie diz:
Olá Jane, e olá maninha…estou mesmo no quarto ao seu lado.
Maggie diz:
Eu sei, né? Dah!
Claire diz:
Ei, Ei! Sem discussão.
Maggie diz:
Nós não estamos discutindo.
Angie diz:
Claro que não.
Claire diz:
Então, como foi vosso primeiro dia na escola?
Jane diz:
Bom, melhor que eu esperava.
Angie diz:
Médio-mau.
Maggie diz:
Apoiado!
Claire diz:
Que é isso?
Maggie diz:
Você conhece a Fillipa?
Claire diz:
Filippa? Aquela garota do segundo ano, sem noção?
Maggie diz:
Sim, essa mesma! Ela me ofendeu.
Jane diz:
E você lhe deu o troco.
Claire diz:
Como assim deu o troco?
Angie diz:
Arrancou cabelos à garota.
Maggie diz:
Ela mereceu.
Claire diz:
Certo, entendi. E você Angie, porque seu dia foi mau?
Angie diz:
Alec não me quer.
Claire diz:
Alec não te quer? Como assim Alec não te quer?
Jane diz:
Não sejam assim, meu irmão quer a Angie.
Angie diz:
Quer, mas não me transforma.
Claire diz:
Tou vendo tudo…
Angie diz:
Que m**** de vida! Porque tenho de ser mortal?
Claire diz:
Eu também sou.
Angie diz:
Você tem o Quil.
Claire diz:
E você tem o Alec.
Jane diz:
E eu tenho o Victor.
Maggie diz:
Tão vendo? Queixam-se de barriga cheia. Vocês têm quem vos ame. Eu não! Vou mas é desligar isso, tou ficando deprimida.
Claire diz:
Maggie, não!
Angie diz:
M****, ela saiu do computador. Vou ver como ela está.
Jane diz:
Ok Angie. Xau!
Angie diz:
Xau
Claire diz:
Xau…
** Fim das Conversas de MSN **
Ponto de Vista da Jane
Terminei minha conversa com Claire pouco depois. Ela teve de ir jantar. As meninas estão mal. Angie por meu irmão. Maggie por não ter ninguém… Mas, eu percebo o Alec. E percebo a Angie.
Victor veio me buscar para passearmos. Fomos passear na praia de La Push.
- Princesinha da Neve, já te disse que você é linda?
- Já…
- Já disse que te amo?
- Hoje não…
- Eu te amo! – ele disse e me beijou.
O ambiente foi aquecendo, nós nos deitamos na areia, ele foi explorando meu corpo, e nós, sem aguentarmos mais, unimos nossos corpos num só.
Essa tinha sido minha primeira vez, nossa primeira vez juntos. Foi maravilhoso, a combinação do quente no frio…inexplicável.
Ele é, sem dúvida alguma, a minha vida.
Nota da Autora: Obrigada por todos os comentários. Bjs *
Fanfic escrita por: Caroline Medeiros
Todos ficaram nos olhando como se fossemos de outro mundo, e eu não podia os culpar por isso. Dois caras hiper pálidos, novos na escola junto com um rapaz, perdão um hiper homem, hiper musculado e com uma pele perto do acastanhada.
Entrámos na escola e eu podia ouvir seus comentários sussurrados.
- Quem são eles? – perguntou um garoto olhando para mim.
- Não sei, Oliver. Devem ser os caras novos.
- Aquele cara e aquela garota estão juntos, Lilly? – perguntou o garoto chamado Oliver.
- Não sei…talvez, mas isso não importa. O sinal está batendo… - disse a garota chamada Lilly. Gostei do ar dela. Muito simples, sem problemas. Loira, olhinho azul.
Continuei mexendo os pés com Alec e Victor para a secretaria. Passámos lá e pegámos nossos horários.
Portanto, minhas aulas eram com Alec. Estávamos ambos no primeiro ano. Victor ia ter aulas com a Maggie. Angie ficou sozinha no terceiro ano enquanto Jake não voltasse (se ele voltasse). Nessie, ia ver o que fazer. Dependendo do bebê, ela poderia voltar ou não à escola.
Entrei na sala um pouco atrasada com Alec e todos se viraram para nos olhar. O professor tossiu pedindo atenção. Todos se viraram. Nós nos encaminhámos para a frente e o professor começou falando.
- Turma, esses sãos os novos alunos. Alec e Jane Cullen, certo ?
- Certo. – eu disse.
- Sim. – Alec respondeu.
- Vou ser o vosso professor de história. Meu nome é Patrick. Podem se apresentar à turma. – o professor Patrick disse e eu enrijeci.
- Ah, ehr… – eu disse – Meu nome é Jane Cullen, sou filha biológica do Dr. e da Dr.ª Cullen. Esse é meu irmão gémeo Alec. Estudámos em Itália num colégio interno desde que nossos pais vieram morar para aqui.
- É isso mesmo. Decidimos estudar num colégio interno a tempo inteiro para nosso enriquecimento pessoal, mas as saudades apertam e voltámos para viver a tempo inteiro com nossos pais. É essa a nossa história. – Alec acabou de contar a história que tínhamos planejado em casa.
- Podem sentar. Jane senta ali ao pé da Lilly. Alec senta ao pé do Oliver. – o professor Patrick disse.
Apenas restavam esses dois lugares vazios na classe. Peguei a caderneta assinada do professor e me sentei ao lado da Lilly.
- Ah, oi! – a loirinha da entrada disse – Eu sou a Lilly.
- Prazer Lilly, eu sou a Jane. – eu disse e ela sorriu naturalmente. Humana simpática, eu acho.
A aula de História passou rápido e o sinal bateu. Lilly disse que o bar ficava no piso de baixo, apenas tinha de virar à esquerda, descer as escadas e andar em frente. Eu e Alec saímos da sala e fomos o centro das atenções, mais uma vez.
Quando chegámos no bar, estava a Maggie, a Angie e o Victor sentados numa mesa. Eu praticamente saltei no colo dele e o beijei. Sua língua pediu permissão para entrar na minha boca, mas eu neguei.
- Aqui não. – eu disse entre o beijo e ele aceitou.
Suas mãos exploraram meu corpo. Parecíamos esfomeados, mesmo tendo nos visto há menos de 2 horas.
Alec deu um beijo na testa da Angie. Ela fechou os olhos e respirou fundo.
- Pensei que não ia ver você hoje. – Angie reclamou.
- Ah, claro que você ia e vai. – Alec respondeu.
- Conversa lamechas: Play. – Maggie reclamou bocejando.
- Maggie. – eu reclamei baixinho.
- Claro, vou dar uma volta por ai. – ela disse e saiu.
- Porque você foge de mim? – Angie perguntou ao Alec.
Ponto de Vista da Angie
- Eu não fujo de você. – ele disse.
- Foge sim! Não minta. – eu reclamei. Porque ele estava evitando um assunto que eu sabia ser verdade?
- Quer saber, quer? – Alec disse um tanto alterado. Música começou tocando no bar.
- Quero. – eu disse e ele começou cantando. Eu entrei no jogo, ele ia ter resposta.
Young Forever (feat. Mr. Hudson)
Jovem Pra Sempre
[Alec]
Let's dance in style
Vamos dançar com estilo
Let's dance for a while
Vamos dançar por um instante
Heaven can wait, we're only watching the sky's
O paraíso pode esperar, estamos apenas olhando para o céu
Hoping for the best but expecting the worst
Desejando o melhor, mas esperando pelo pior
Are you going to drop the bomb or not?
Está tentando soltar a bomba ou não?
[Angie]
Let us die young or let us live forever
Nos deixe morrer jovens ou nos deixe viver pra sempre
We don't have the power, but we never say never
Nós não temos poder, mas nunca dizemos nunca
Sitting in a sand pit life is short trip
Sentando na areia, a vida é uma viagem curta
The music is for a sad man
A música é para um homem triste
[Angie]
Forever young,
Jovem pra sempre,
I wanna be forever young
Eu quero ser pra jovem pra sempre
[Alec]
Do you really want to live forever?
Você realmente quer viver pra sempre?
[Angie]
Forever and ever
Pra sempre e sempre
Forever young I wanna be
Jovem pra sempre, eu quero ser
Forever young
Jovem pra sempre
[Alec]
Do you really want to live forever?
Você realmente quer viver pra sempre?
[Angie]
Forever, forever
Pra sempre e sempre
[Alec]
May the best of your todays,
Faça seu melhor hoje,
Be the worst of your tomorrows,
Seu amanhã pode ser pior,
But we ain't even thinking that far,
Mas nós nunca pensamos alto,
You know mean?
Sabe como?
[Angie]
So we livin' life like a video,
Então vivemos a vida como num filme,
Where the sun is always out,
Onde o sol está sempre alto,
And you never get old,
E você nunca fica velho,
And the champagne's always cold,
E o champagne está sempre gelado,
And the music's always good,
E a música é sempre boa,
And the pretty girls just happen to stop by on the hood,
E as meninas bonitas apenas param por acaso no bairro
And they hop their pretty ass up on the hood of that pretty ass car,
E elas mexem suas bundas bonitas em cima do capô daquele carro espectacular,
WIthout in a wrinkle in today,
Sem nenhuma ruga hoje,
Because there is no tomorrow,
Porque não há amanhã,
[Alec]
Just a picture perfect day that lasts a whole lifetime,
Um dia perfeito pode durar uma vida inteira,
And it never ends because all we have to do is hit rewind,
E esse dia nunca termina porque tudo que precisamos fazer é dar replay,
So let's stay in the moment,
Então vamos ficar no presente,
Smoke some week, drink some wine,
Fumar um baseado, beber um pouco de vinho,
Reminisce, talk some shit, forever young is in your mind,
Relembrar velhas histórias, falar qualquer treta, eternamente jovem está na sua mente,
Leave a mark that can't erase
Deixar uma marca que não poderá se apagar
Neither space nor time,
Num espaço e nem no tempo,
So when the director yells cut I'll be fine,
Então, quando o diretor gritar "corta" eu estarei bem,
I'm forever young,
Serei sempre jovem,
[Angie]
Forever young,
Jovem pra sempre,
I wanna be forever young
Eu quero ser pra jovem pra sempre
[Alec]
Do you really want to live forever?
Você realmente quer viver pra sempre?
[Angie]
Forever and ever
Pra sempre e sempre
Forever young I wanna be
Jovem pra sempre, eu quero ser
Forever young
Jovem pra sempre
[Alec]
Do you really want to live forever?
Você realmente quer viver pra sempre?
[Angie]
Forever, forever
Pra sempre e sempre
[Alec]
Fear not when, fear not why,
Sem medo do quando, sem medo do porque,
fear not much while were alive,
sem muito medo enquanto estamos vivos,
life is for living not living up tight,
a vida é para viver, não para viver preocupado,
see ya somewhere up in the sky,
ver você em algum lugar no céu,
fear not die, I´ll be alive for a million years, bye bye,
sem medo de morrer, eu vou estar vivo por um milhão de anos, bye bye,
so not for legends, I´m forever young
não para lendas, eu sou jovem para sempre
my name shall survive
meu nome deve sobreviver
through the darkest blocks, over kitchen stoves,
através dos blocos mais escuros, dos fogões das cozinhas,
over Pyrex pots, my name shall be passed down to generations
sobre potes de pirex, meu nome será transmitido por gerações
while debating up in barber shops, young slung, hung here,
enquanto o debatem nas barbearias, jovens, juntos aqui,
show that the n-gga from here
mostrem que os manos daqui
with a little ambition just what we can become here,
com um pouco de ambição apenas podemos nos tornar alguém aqui,
and as the father passed his story down to his sons ears,
e como o pai passou a sua história para os ouvidos de seus filhos,
younger kid, younger every year, yeah
crianças, de qualquer idade, yeah
so if you love me baby this is how you let me know.
Então se me ama baby me deixa saber
Don´t ever let me go, thats how you let me know, baby
Nunca me deixe ir, é assim que você dirá, baby
[Angie]
Forever young,
Jovem pra sempre,
I wanna be forever young
Eu quero ser pra jovem pra sempre
[Alec]
Do you really want to live forever?
Você realmente quer viver pra sempre?
[Angie]
Forever and ever
Pra sempre e sempre
Forever young I wanna be
Jovem pra sempre, eu quero ser
Forever young
Jovem pra sempre
[Alec]
Do you really want to live forever?
Você realmente quer viver pra sempre?
[Angie]
Forever, forever
Pra sempre e sempre
[Angie]
Slamming Bentley doors,
Batendo as portas do Bentley,
hopping out of Porsche´s,
pulando de Porsche's,
popping up on Forbes lists,
aparecendo nas listas da Forbes,
Gorgeous,
Deslumbrante,
[Alec]
hold up,
calma aí,
n-ggas starting law suits,
manos pensando que eu perdi,
they be talking bullsh-t
eles estão falando besteira
I be talking more sh-t
eu estarei falando mais treta
they nauseous,
eles causam náuseas,
hold up,
calma aí,
I´ll be here forever
Eu estarei aqui pra sempre
[Angie]
you know, I´m on my fall sh-t,
você sabe, eu estou em minha queda,
and I ain´t waiting for closure, I will never forfeit,
e eu não estou esperando que termine, eu nunca perderei,
less than four bars,
menos de quatro bares,
Guru bring the chorus in,
Guru traz o refrão,
[Alec]
did you get the picture yet,
você já tirou a foto mas,
I´m painting you a portrait of young?
Estou pintando-lhe um retrato de jovens
- Você sabe que eu te amo. – ele se defendeu.
- Eu te amo também. Porque não fica comigo?
- É perigoso.
- Deixa dessa história. Eu te amo, quero você.
- Você pode morrer!
- Me transforme. – eu pedi simplesmente.
- Não vamos ter essa conversa aqui. – ele disse.
- Eu digo que vamos. – eu disse e ele me pegou na mão.
- Vem comigo. – ele disse me dando a mão e eu bloqueei. Ele começou andando entre a multidão de mãos dadas comigo e eu o segui.
- Alec, você sabe, eu tou farta de ser humana! Minha irmã, minhas melhores amigas, meu mundo, tudo está ligado ao sobrenatural, eu necessito de ser jovem para sempre. Eu sou mortal, humana, frágil, eu vou morrer! E nós vamos ficar separados se isso acontecer.
- Mas…
- Mas nada Alec, você me ama?
- Se eu te amo? Se eu te amo? Eu te amo mais que tudo. Eu faria tudo por você! TUDO!
- Então me transforma. – eu pedi.
- Não.
- Porquê?
- Não vou tornar você no monstro que eu sou.
- Você não é um monstro!
- Eu não sou um monstro? Eu matei humanos durante anos, Angie.
- Não importa, agora você é um Cullen, você é vegetariano e eu também posso ser.
O sinal bateu e nossa conversa ficou por ali. Ele se despediu de mim com um beijo singelo na minha testa. Eu respirei fundo e controlei meu coração. Cada beijo, cada simples toque, tudo isso me fazia ferver. Meu coração ficava descompassado, minha respiração alterava seu ritmo, eu ficava ofegante.
Minha aula foi secante. Inglês…quem precisa disso quando o mundo lá fora está prestes a explodir? Tenho um namorado (bem, ele não é bem meu namorado, mas também não deixa de ser) vampiro, uma irmã loba, minha mãe namora o ancião da tribo e eu sou absolutamente, mundanamente, infelizmente, HUMANA, MORTAL!
Onde está a justiça desse mundo? Minha melhor amiga Nessie, por exemplo, nasceu de seus pais humana e vampiro. Essa história já aconteceu uma vez…já provaram que isso é possível desde que a humana (neste caso, eu) seja transformada. Tão simples como isso…qual é a complicação aqui?
Enfim, o resto do dia passou sem nenhum incidente especial tirando a parte em que a Maggie ia se atirando em cima de uma garota irritante chamada Fillipa. Jane e eu quase não demos conta do trabalho. Maggie ficou assim porque a Fillipa disse que ela era a única sozinha aqui. Ela ficou passada.
Quando cheguei em casa com a Maggie, fui para o meu quarto. Liguei meu computador. Liguei o MSN. Alec, Victor, Seth, Jane, Claire, Quil e minha irmã estavam online.
** Conversas de MSN**
Claire diz:
Oi!
Angie diz:
Oi Claire…
Claire diz:
…?
Angie diz:
Não tou muito bem, hoje…
Claire diz:
Eu também não.
Angie diz:
Não vi você hoje na escola, onde você tava?
Claire diz:
Peguei um resfriado. Tou em casa, doente. Bah!
Angie diz:
Ah…mas você está melhor?
Claire diz:
Sim…mas e você? Você disse que não estava bem…
Angie diz:
Deixa isso para lá…
Claire diz:
Espera, vou anexar a Maggie e a Jane à conversa.
Angie diz:
Ok…
Jane diz:
Oi meninas…
Maggie diz:
É, oi!
Angie diz:
Olá Jane, e olá maninha…estou mesmo no quarto ao seu lado.
Maggie diz:
Eu sei, né? Dah!
Claire diz:
Ei, Ei! Sem discussão.
Maggie diz:
Nós não estamos discutindo.
Angie diz:
Claro que não.
Claire diz:
Então, como foi vosso primeiro dia na escola?
Jane diz:
Bom, melhor que eu esperava.
Angie diz:
Médio-mau.
Maggie diz:
Apoiado!
Claire diz:
Que é isso?
Maggie diz:
Você conhece a Fillipa?
Claire diz:
Filippa? Aquela garota do segundo ano, sem noção?
Maggie diz:
Sim, essa mesma! Ela me ofendeu.
Jane diz:
E você lhe deu o troco.
Claire diz:
Como assim deu o troco?
Angie diz:
Arrancou cabelos à garota.
Maggie diz:
Ela mereceu.
Claire diz:
Certo, entendi. E você Angie, porque seu dia foi mau?
Angie diz:
Alec não me quer.
Claire diz:
Alec não te quer? Como assim Alec não te quer?
Jane diz:
Não sejam assim, meu irmão quer a Angie.
Angie diz:
Quer, mas não me transforma.
Claire diz:
Tou vendo tudo…
Angie diz:
Que m**** de vida! Porque tenho de ser mortal?
Claire diz:
Eu também sou.
Angie diz:
Você tem o Quil.
Claire diz:
E você tem o Alec.
Jane diz:
E eu tenho o Victor.
Maggie diz:
Tão vendo? Queixam-se de barriga cheia. Vocês têm quem vos ame. Eu não! Vou mas é desligar isso, tou ficando deprimida.
Claire diz:
Maggie, não!
Angie diz:
M****, ela saiu do computador. Vou ver como ela está.
Jane diz:
Ok Angie. Xau!
Angie diz:
Xau
Claire diz:
Xau…
** Fim das Conversas de MSN **
Ponto de Vista da Jane
Terminei minha conversa com Claire pouco depois. Ela teve de ir jantar. As meninas estão mal. Angie por meu irmão. Maggie por não ter ninguém… Mas, eu percebo o Alec. E percebo a Angie.
Victor veio me buscar para passearmos. Fomos passear na praia de La Push.
- Princesinha da Neve, já te disse que você é linda?
- Já…
- Já disse que te amo?
- Hoje não…
- Eu te amo! – ele disse e me beijou.
O ambiente foi aquecendo, nós nos deitamos na areia, ele foi explorando meu corpo, e nós, sem aguentarmos mais, unimos nossos corpos num só.
Essa tinha sido minha primeira vez, nossa primeira vez juntos. Foi maravilhoso, a combinação do quente no frio…inexplicável.
Ele é, sem dúvida alguma, a minha vida.
Nota da Autora: Obrigada por todos os comentários. Bjs *
Fanfic escrita por: Caroline Medeiros
Publicada por
Caroline Medeiros
em
terça-feira, março 08, 2011
9 comentários:
Etiquetas:
Predestinados
Predestinados - Capítulo 27
Capítulo 27: Lua-de-mel
Aquela chave acabou de dar a volta e Jake abriu nossa nova casa. Ela era linda por fora e ainda mais linda por dentro, mas eu não tive tempo de olhar bem. Jake me pegou no colo e subiu para nosso novo quarto.
Casa da Nessie e do Jake:

Nós ainda não tínhamos chegado à cama e meu vestido já estava meio aberto.
- Calma. – eu pedi sorrindo.
Essa não era a nossa primeira vez o que deixava as coisas muito mais fáceis para nós.
- Nessie, o que é aquilo ali na cama? – Jake perguntou comigo em seu colo.
Eu deixei seus lábios por segundos e me virei. Saltei de seu colo para o chão. Ele resmungou.
- Parecem…óleos, sei lá… - eu disse e me aproximei – É da tia Alice. Tem um cartão.
- Leia. – Jake disse e eu comecei lendo.
- “Meninos, mais uma vez, eu sou vossa salvadora. Nessie, tem no banheiro um roupão e tudo o que você pode necessitar. Para você, Jacob, tem um roupão nesse sofá à sua esquerda. Aposto que nem o tinham visto! Safadinhos, hein? Bem, não quero estragar mais vossa noite. Esses óleos é o que eu proponho para vocês começarem. Umas massagens é uma excelente ideia, não? Eu sei, vocês devem tar dizendo agora: «Alice é maravilhosa” ou “Alice é tão inconveniente», mas no fim da noite, sei que ambos só terão o que agradecer. Tenho de ir agora, tive uma visão de Edward vindo para cá…Se ele me apanha pensando/escrevendo isso…Nem quero pensar. Beijos e se divirtam!”
- Ela não fez isso! – Jake disse boquiaberto.
- Fez, o pior é que fez! – eu disse pasma também. Como ela…como ela pôde? Ela ficou pensando em tudo…incluindo em…preliminares! É muito vergonhoso pensar que ela nos imaginou fazendo isso!
- Bem, o que tá feito, tá feito! Porque simplesmente não aproveitamos e seguimos a proposta dela? – Jake disse maroto.
- Aproveitar? – eu perguntei e ele assentiu – De certeza?
- Sim. – ele assentiu – Ela não vai ver nada mesmo. Seu futuro some quando está comigo. Ela nunca saberá (se nós não quisermos) se usámos ou não os óleos.
- Tudo bem. Vou ver o que tem no banheiro para mim.
- Não se demora, princesa. – ele disse e eu o beijei. Depois sai saltitando para o banheiro – Assim você me deixa louco. Não sei se consigo esperar pelas massagens primeiro!
- Consegue sim. – eu disse do banheiro.
- Veremos. – ele disse.
O banheiro era lindo. Todas as paredes eram pérola, excepto uma que era vermelha. Ficou muito linda e com um toque de glamour.
Lá encontrei outro bilhete de tia Alice. Li só para mim:
“Dessa vez, você deve tar sozinha. Se não estiver, leia apenas para si. Ali você tem uma langerie francesa. Você vestirá as duas peças, mas assim que você e Jacob começarem nas massagens, ele terá de retirar sua parte de cima. Você ficará só com a parte de baixo e isso o deixará...você sabe…entusiasmado. Seu roupão de seda é pérola, o dele…você verá a cor. Misturadas as cores, isso dará um tempero explosivo. Tem música pronta para vocês ouvirem, calma e relaxante. Apropriada à situação. Basta clicarem no «Play». É uma sugestão boa, acredite em mim. Solte seus cabelos. Lhes dê um ar rebelde. Não se esqueça: dispa tudo o que tem. Apenas fique de langerie e roupão. Beijos. P.S – Não me mate. Eu juro que não tentei olhar o futuro dessa noite. Vossa intimidade estará a salvo.”
- Tia Alice… - eu neguei com a cabeça.
Depois, eu vesti a langerie de renda preta que estava lá para mim. Aquilo…aquilo é muito ousado. Eu me olho no espelho e logo me apetece tapar.
O que Jake vai pensar de mim quando me vir assim? A verdade é que eu não tenho nada para vestir além disso… Vesti meu roupão de seda pérola e soltei meus cabelos. Eles realmente ficaram rebeldes. E agora? Coragem Nessie, coragem!
Eu fiquei me olhando por mais 5 minutos no espelho e estava quase a ponto de vestir meu vestido de noiva de novo.
- Senhora Black… - Jake chamou sorrindo – Seu massagista está esperando por muito
tempo…
- Ai é? – eu disse ganhando coragem e abrindo a porta do banheiro.
- Sim. – ele disse – Linda, você está linda.
Ele estava lindo em seu roupão vermelho vivo de seda. No chão do nosso quarto, estavam agora pétalas de rosa brancas e vermelhas espalhadas. Velas estavam espalhadas no chão. Pequenas velas aromáticas que davam um ar romântico à cena.
- Obrigada. – eu disse – Você está lindo também.
Dei dois passos à frente e cliquei no “Play”. Música suave começou tocando no quarto. O ambiente não podia estar mais perfeito e romântico.
- Alice também preparou a música? – Jake perguntou.
- Sim. Deixa eu adivinhar: foi ela que te deu essas velas, essas pétalas…
- Ela deixou isso junto ao meu roupão. – Jake disse.
- Ah, também deixou um bilhete para você?
- Sim, mas isso agora não importa. – ele disse e praticamente saltou em mim. Nossos lábios se encontraram e o desejo entre nós aumentou.
Ele me deitou na cama e eu tive de fazer um esforço para o parar (a ele e a mim).
- Jake… - eu disse entre beijos – as massagens…
- Ah, sim. – ele disse – As massagens.
Eu e Jake nos levantamos da cama e ele foi o primeiro a tirar seu roupão. Ele ficou apenas de boxers e isso foi uma visão de tirar o fôlego. Apenas uns boxers pretos estavam tapando seu membro.
- Ai meu deus! – eu disse e levei a minha mão ao meu coração. Jake a afastou e colocou lá a dele.
- O que foi Nessie? Você está se sentindo bem? Tem alguma coisa errada com o bebê?
- Não...eu realmente não estou bem. Mas não tem nada a ver com o bebê…
- Uff…se não é o bebê, o que você tem?
- Não é bem o que eu tenho! – eu disse corando e ele olhou para mim inquisitivo, sem perceber – É mais…o que você não tem!
- O que eu não tenho? Não estou entendendo Nessie…
- ROUPA! Você está lindo sem roupa.
- Ah! – ele disse, quase deu para ouvir o clic que deu em sua cabeça quando ele percebeu. Ele começou sorrindo maroto e tocou mais uma vez no meu coração – Eu provoco isso tudo em você?
- Sim… - eu disse hiper corada.
- Tou em desvantagem, então. – ele disse.
- Desvantagem?
- Sim, você ainda está muito…vestida. – ele disse.
- Ah, sim… entendi! – eu disse cada vez mais corada.
Jake começou desamarrando o laço do meu roupão de cetim pérola e eu fiquei nervosa. Aquela langerie era mesmo…ousada.
Jake acabou seu trabalho e retirou o meu roupão. Ele saltou para trás e ficou me olhando. Sério, minha face estava queimando.
- M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-A…LINDA! – Jake disse.
- Obrigada. – eu disse um tanto envergonhada.
- Massagens? – ele perguntou.
- Sim.
- Quem começa?
- Ehr…você se deita. Eu começo em você. – eu disse. Não queria ter de perder a minha parte de cima tão cedo…
- Ok. – ele disse e se deitou.
Comecei espalhando os óleos em suas costas e braços. Minhas mãos exploraram cada milímetro de sua pele. Não resisti…eu tive de acompanhar isso com alguns beijos em sua pele.
Chegou num momento que nós trocamos de posição. Eu fui me deitar na cama, para ele me massajar. Ele abriu meu soutien e eu ouvi exatamente o momento em que deu o “clic”.
Jake começou sua massagem em mim e a cada toque de suas mãos e sua boca na minha pele, eu incendiava.
Finalmente, não resistimos mais e eu me virei para cima. Sua boca foi directa para meu pescoço. Meu coração batia como louco. Minha respiração era descompassada.
Depois ele explorou os pontos chaves de meu corpo. Eu não conseguia aguentar mais isso.
Quando ele chegou no fim do meu corpo, ou seja, quando ele chegou à ponta dos meus dedos dos pés, ele veio me beijar. Sua língua pediu entrada na minha boca e eu lhe dei permissão para entrar.
Nossas línguas dançaram uma dança ritmada, como se fosse ensaiada. Ele retirou minha calcinha e eu retirei seus boxers.
Por fim, ele finalizou a união de nossos corpos e nos amamos várias vezes essa noite.
Quando terminámos, estávamos exaustos.
Dormimos pouco essa noite e às 6h20m da madrugada, sim porque se levantar a essa hora devia ser crime, nos levantámos e fomos tomar banho. Não resistimos e tivemos de nos amar novamente.
Tudo isso nos atrasou. Eu vesti a roupa que tia Alice tinha deixado previamente escolhida para mim.
http://www.google.pt/imgres?imgurl=http://moda.blogmaneiro.com/wp-content/gallery/roupas-para-reveillon-2011/roupas-para-reveillon-2011-5.jpg&imgrefurl=http://moda.blogmaneiro.com/roupas/roupas-para-reveillon-2011&usg=__byteXFgoE2cuQmZIYqUqaPebexQ=&h=345&w=450&sz=27&hl=pt-pt&start=43&zoom=1&tbnid=8mUsu-S6HQEmZM:&tbnh=117&tbnw=146&ei=_ug9TfzgHNLo4Abx_qS4Cg&prev=/images%3Fq%3Dvestidos%2Bpassagem%2Bde%2Bano%2B2011%26um%3D1%26hl%3Dpt-pt%26rlz%3D1R2ADSA_pt-PTPT386%26biw%3D1259%26bih%3D539%26tbs%3Disch:10%2C905&um=1&itbs=1&iact=hc&vpx=360&vpy=40&dur=140&hovh=197&hovw=256&tx=128&
Aquela chave acabou de dar a volta e Jake abriu nossa nova casa. Ela era linda por fora e ainda mais linda por dentro, mas eu não tive tempo de olhar bem. Jake me pegou no colo e subiu para nosso novo quarto.
Casa da Nessie e do Jake:

Nós ainda não tínhamos chegado à cama e meu vestido já estava meio aberto.
- Calma. – eu pedi sorrindo.
Essa não era a nossa primeira vez o que deixava as coisas muito mais fáceis para nós.
- Nessie, o que é aquilo ali na cama? – Jake perguntou comigo em seu colo.
Eu deixei seus lábios por segundos e me virei. Saltei de seu colo para o chão. Ele resmungou.
- Parecem…óleos, sei lá… - eu disse e me aproximei – É da tia Alice. Tem um cartão.
- Leia. – Jake disse e eu comecei lendo.
- “Meninos, mais uma vez, eu sou vossa salvadora. Nessie, tem no banheiro um roupão e tudo o que você pode necessitar. Para você, Jacob, tem um roupão nesse sofá à sua esquerda. Aposto que nem o tinham visto! Safadinhos, hein? Bem, não quero estragar mais vossa noite. Esses óleos é o que eu proponho para vocês começarem. Umas massagens é uma excelente ideia, não? Eu sei, vocês devem tar dizendo agora: «Alice é maravilhosa” ou “Alice é tão inconveniente», mas no fim da noite, sei que ambos só terão o que agradecer. Tenho de ir agora, tive uma visão de Edward vindo para cá…Se ele me apanha pensando/escrevendo isso…Nem quero pensar. Beijos e se divirtam!”
- Ela não fez isso! – Jake disse boquiaberto.
- Fez, o pior é que fez! – eu disse pasma também. Como ela…como ela pôde? Ela ficou pensando em tudo…incluindo em…preliminares! É muito vergonhoso pensar que ela nos imaginou fazendo isso!
- Bem, o que tá feito, tá feito! Porque simplesmente não aproveitamos e seguimos a proposta dela? – Jake disse maroto.
- Aproveitar? – eu perguntei e ele assentiu – De certeza?
- Sim. – ele assentiu – Ela não vai ver nada mesmo. Seu futuro some quando está comigo. Ela nunca saberá (se nós não quisermos) se usámos ou não os óleos.
- Tudo bem. Vou ver o que tem no banheiro para mim.
- Não se demora, princesa. – ele disse e eu o beijei. Depois sai saltitando para o banheiro – Assim você me deixa louco. Não sei se consigo esperar pelas massagens primeiro!
- Consegue sim. – eu disse do banheiro.
- Veremos. – ele disse.
O banheiro era lindo. Todas as paredes eram pérola, excepto uma que era vermelha. Ficou muito linda e com um toque de glamour.
Lá encontrei outro bilhete de tia Alice. Li só para mim:
“Dessa vez, você deve tar sozinha. Se não estiver, leia apenas para si. Ali você tem uma langerie francesa. Você vestirá as duas peças, mas assim que você e Jacob começarem nas massagens, ele terá de retirar sua parte de cima. Você ficará só com a parte de baixo e isso o deixará...você sabe…entusiasmado. Seu roupão de seda é pérola, o dele…você verá a cor. Misturadas as cores, isso dará um tempero explosivo. Tem música pronta para vocês ouvirem, calma e relaxante. Apropriada à situação. Basta clicarem no «Play». É uma sugestão boa, acredite em mim. Solte seus cabelos. Lhes dê um ar rebelde. Não se esqueça: dispa tudo o que tem. Apenas fique de langerie e roupão. Beijos. P.S – Não me mate. Eu juro que não tentei olhar o futuro dessa noite. Vossa intimidade estará a salvo.”
- Tia Alice… - eu neguei com a cabeça.
Depois, eu vesti a langerie de renda preta que estava lá para mim. Aquilo…aquilo é muito ousado. Eu me olho no espelho e logo me apetece tapar.
O que Jake vai pensar de mim quando me vir assim? A verdade é que eu não tenho nada para vestir além disso… Vesti meu roupão de seda pérola e soltei meus cabelos. Eles realmente ficaram rebeldes. E agora? Coragem Nessie, coragem!
Eu fiquei me olhando por mais 5 minutos no espelho e estava quase a ponto de vestir meu vestido de noiva de novo.
- Senhora Black… - Jake chamou sorrindo – Seu massagista está esperando por muito
tempo…
- Ai é? – eu disse ganhando coragem e abrindo a porta do banheiro.
- Sim. – ele disse – Linda, você está linda.
Ele estava lindo em seu roupão vermelho vivo de seda. No chão do nosso quarto, estavam agora pétalas de rosa brancas e vermelhas espalhadas. Velas estavam espalhadas no chão. Pequenas velas aromáticas que davam um ar romântico à cena.
- Obrigada. – eu disse – Você está lindo também.
Dei dois passos à frente e cliquei no “Play”. Música suave começou tocando no quarto. O ambiente não podia estar mais perfeito e romântico.
- Alice também preparou a música? – Jake perguntou.
- Sim. Deixa eu adivinhar: foi ela que te deu essas velas, essas pétalas…
- Ela deixou isso junto ao meu roupão. – Jake disse.
- Ah, também deixou um bilhete para você?
- Sim, mas isso agora não importa. – ele disse e praticamente saltou em mim. Nossos lábios se encontraram e o desejo entre nós aumentou.
Ele me deitou na cama e eu tive de fazer um esforço para o parar (a ele e a mim).
- Jake… - eu disse entre beijos – as massagens…
- Ah, sim. – ele disse – As massagens.
Eu e Jake nos levantamos da cama e ele foi o primeiro a tirar seu roupão. Ele ficou apenas de boxers e isso foi uma visão de tirar o fôlego. Apenas uns boxers pretos estavam tapando seu membro.
- Ai meu deus! – eu disse e levei a minha mão ao meu coração. Jake a afastou e colocou lá a dele.
- O que foi Nessie? Você está se sentindo bem? Tem alguma coisa errada com o bebê?
- Não...eu realmente não estou bem. Mas não tem nada a ver com o bebê…
- Uff…se não é o bebê, o que você tem?
- Não é bem o que eu tenho! – eu disse corando e ele olhou para mim inquisitivo, sem perceber – É mais…o que você não tem!
- O que eu não tenho? Não estou entendendo Nessie…
- ROUPA! Você está lindo sem roupa.
- Ah! – ele disse, quase deu para ouvir o clic que deu em sua cabeça quando ele percebeu. Ele começou sorrindo maroto e tocou mais uma vez no meu coração – Eu provoco isso tudo em você?
- Sim… - eu disse hiper corada.
- Tou em desvantagem, então. – ele disse.
- Desvantagem?
- Sim, você ainda está muito…vestida. – ele disse.
- Ah, sim… entendi! – eu disse cada vez mais corada.
Jake começou desamarrando o laço do meu roupão de cetim pérola e eu fiquei nervosa. Aquela langerie era mesmo…ousada.
Jake acabou seu trabalho e retirou o meu roupão. Ele saltou para trás e ficou me olhando. Sério, minha face estava queimando.
- M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-A…LINDA! – Jake disse.
- Obrigada. – eu disse um tanto envergonhada.
- Massagens? – ele perguntou.
- Sim.
- Quem começa?
- Ehr…você se deita. Eu começo em você. – eu disse. Não queria ter de perder a minha parte de cima tão cedo…
- Ok. – ele disse e se deitou.
Comecei espalhando os óleos em suas costas e braços. Minhas mãos exploraram cada milímetro de sua pele. Não resisti…eu tive de acompanhar isso com alguns beijos em sua pele.
Chegou num momento que nós trocamos de posição. Eu fui me deitar na cama, para ele me massajar. Ele abriu meu soutien e eu ouvi exatamente o momento em que deu o “clic”.
Jake começou sua massagem em mim e a cada toque de suas mãos e sua boca na minha pele, eu incendiava.
Finalmente, não resistimos mais e eu me virei para cima. Sua boca foi directa para meu pescoço. Meu coração batia como louco. Minha respiração era descompassada.
Depois ele explorou os pontos chaves de meu corpo. Eu não conseguia aguentar mais isso.
Quando ele chegou no fim do meu corpo, ou seja, quando ele chegou à ponta dos meus dedos dos pés, ele veio me beijar. Sua língua pediu entrada na minha boca e eu lhe dei permissão para entrar.
Nossas línguas dançaram uma dança ritmada, como se fosse ensaiada. Ele retirou minha calcinha e eu retirei seus boxers.
Por fim, ele finalizou a união de nossos corpos e nos amamos várias vezes essa noite.
Quando terminámos, estávamos exaustos.
Dormimos pouco essa noite e às 6h20m da madrugada, sim porque se levantar a essa hora devia ser crime, nos levantámos e fomos tomar banho. Não resistimos e tivemos de nos amar novamente.
Tudo isso nos atrasou. Eu vesti a roupa que tia Alice tinha deixado previamente escolhida para mim.
http://www.google.pt/imgres?imgurl=http://moda.blogmaneiro.com/wp-content/gallery/roupas-para-reveillon-2011/roupas-para-reveillon-2011-5.jpg&imgrefurl=http://moda.blogmaneiro.com/roupas/roupas-para-reveillon-2011&usg=__byteXFgoE2cuQmZIYqUqaPebexQ=&h=345&w=450&sz=27&hl=pt-pt&start=43&zoom=1&tbnid=8mUsu-S6HQEmZM:&tbnh=117&tbnw=146&ei=_ug9TfzgHNLo4Abx_qS4Cg&prev=/images%3Fq%3Dvestidos%2Bpassagem%2Bde%2Bano%2B2011%26um%3D1%26hl%3Dpt-pt%26rlz%3D1R2ADSA_pt-PTPT386%26biw%3D1259%26bih%3D539%26tbs%3Disch:10%2C905&um=1&itbs=1&iact=hc&vpx=360&vpy=40&dur=140&hovh=197&hovw=256&tx=128&
ty=138&oei=4eg9TaCRJoaHswbL9I31Bg&esq=3&page=3&ndsp=24&ved=1t:429,r:2,s:43&biw
=1259&bih=539
O vestido era realmente lindo. Muito adequado para quem ia para uma lua-de-mel.
Jake não deixou de me elogiar. Ele também estava bonito com umas calças sociais pretas e uma camiseta branca.
Fechámos a nossa linda casa após comermos na nossa cozinha maravilhosa.
Fomos para o meu conversível e eu confirmei que as malas estavam lá. As minhas eram brancas pérola e as de Jake eram castanhas.
Confirmei que tinha nossos passaportes e dei sinal verde para Jake avançar.
Eu só sabia que nossa viagem começava em Seattle. O restante itinerário eu desconhecia…se a curiosidade matasse e eu não fosse imortal…eu estaria morta.
Quando chegámos no aeroporto de Seattle, fizemos o check-in. Fizemos várias passagens e eu cada vez ficava mais desconfiada do lugar para onde estávamos indo.
Dormi durante algumas das viagens…mas não fui a única. Jake também dormiu.
Quando chegámos na última paragem, eu já tinha 99% de certezas de onde Jake estava me levando.
Quando entrámos no iate de minha família, minhas duvidas acabaram. Nós estávamos indo para a ilha Rose!
- Jake, nós estamos indo para a ilha Rose! – eu disse convicta.
- É…não dá mais para esconder…
- Sim…ai, tão lindo que isso vai ser! – eu disse.
- É. Essa ilha tem um ar muito respirável…romântico…quase mágico.
- Disse tudo! – eu disse e Jake parou o iate.
Ele disse para eu esperar aqui. Ele carregou nossas malas e provavelmente foi colocá-las na casa. Ele veio me buscar e eu enrolei minhas pernas em sua cintura.
- Por onde quer começar nossa lua-de-mel? – Jake perguntou.
- Se não se importa…pela cozinha…
- Ah! Claro, você já não come há muitas horas e nosso filho também. Eu também tenho fome.
- É…é isso. – eu disse ainda frustrada por ter de gastar nosso tempo comendo.
- Isso tá realmente maravilhoso. – Jake disse – Tenho que agradecer à baixinha, seja quem for que ela tenha contratado, cozinha muito bem.
- É…vou ligar para casa. Vou avisar que chegámos bem.
- Faz isso. – eu concordou e eu peguei no meu celular.
- Oi mamãe! – eu disse.
- Nessie, vocês já chegaram?
- Já. – eu disse.
- Como estão as coisas por ai?
- Eu e Jake chegámos há pouco tempo e agora estamos comendo. – eu disse.
- Correu tudo bem?
- Sim. – eu disse incerta do que ela se estava referindo…se da viagem ou da minha noite de núpcias.
- Tudo bem, não vos incomodo mais. – ela disse – Seu pai diz que te ama muito e que já tem saudades de você. O resto está mandando beijinhos também. Te amo, filha.
- Vos amo também. Beijos!
- Beijos e se divirta! – ela disse e eu desliguei.
Nós comemos e fomos diretos para nosso quarto. Nos instalamos e nos arrumámos para sair.
- Sabe onde poderíamos começar? – eu perguntei.
- Tem alguma ideia, Nessie?
- Por acaso… – eu admiti.
- Conta!
- Podíamos ir naquela gruta…
- Aquela gruta? AQUELA que…
- Sim, essa mesmo.
- Porque não deixamos isso para logo à noite? Podíamos ir passear primeiro.
- Tudo bem. – eu concordei.
Durante essa tarde fomos aquele lago com cisnes com arcos em coração que tínhamos visto da outra vez.
Passeámos e namorámos muito até ao jantar. Ao anoitecer, Jake e eu fomos para casa e eu cai na cama estafada.
Não sei por quanto tempo dormi, mas quando acordei chamei pelo Jake.
- Jake…Jake?? – eu chamei, mas não obtive resposta. Fiquei preocupada e desci no andar de baixo.
Não havia sinal dele. Onde ele estava? Decidi telefonar para ele. Peguei no meu celular e liguei para ele.
- Oi, princesa. – Jake disse.
- Oi Jake…Eu acordei e você…você não está aqui…Onde você está? – eu perguntei.
- Ah…eu vou indo para casa. Tome um banho e se arrume. – ele disse.
- Ok… Até já. – eu disse confusa.
- Até já. Te amo.
Subi para nosso quarto e fui direta no banheiro. Olhei para minha face…tive um susto. Que cara de sono…essa gravidez tá me fazendo dormir imenso!
Despi minhas roupas e entrei na água quente. Esse banho foi tão relaxante. Olhei para minha mão esquerda, aquela simples aliança me traz tanta felicidade. Eu estou casada com Jake, o que poderia eu querer mais? Minha vida é perfeita! Meu bebê se mexeu e eu coloquei minha mão no meu ventre.
- Eu sei que você também está feliz, bebê. Muito feliz…como a mamãe. – eu falei para minha criança.
Como se concordasse, ele chutou.
Sai do banheiro e abri minhas malas. Encontrei roupas maravilhosas e não só…tia Alice deixou muita langerie aqui também.
Encontrei um vestido preto com aplicações de brilhantes tomara-que-caia. Vesti ele e calcei uns sapatos agulha pretos em pele. Eles eram simplesmente lindos.
Voltei para o banheiro, para acabar de me arrumar.
Estiquei meu cabelo e coloquei uns brincos lindos. Maquilhei minha face. No fim, pude ver que tia Alice aprovaria minha escola. Ficou realmente bem em mim.
- Senhorita Black…cheguei! – ouvi o Jake dizer.
- Já vou meu amor. – eu disse e acabei de aplicar o gloss em meus lábios. Agora sim eu estava perfeita.
Quando sai do banheiro, Jake estava num terno lindo, com uma rosa vermelha na boca, de joelhos.
- Me perdoa a ter feito esperar, senhorita Black? – ele disse me oferecendo a rosa. Eu aceitei e sorri.
- Claro…
- Aceita jantar comigo fora, essa noite? – ele perguntou.
- Claro que sim. – eu disse. Ele se levantou, me beijou e soprou nos meus ouvidos:
- Você está linda, mais uma vez! – ele disse com seu hálito quente e beijou meu pescoço, um pouco abaixo da minha orelha.
- Você também. – eu disse e puxei sua face, seus lábios para os meus.
- Vamos? – ele perguntou entre o beijo.
- Sim… – eu disse recuperando o fôlego, quando nosso beijo terminou.
Eu peguei minha mala, com meu celular e minha maquilhagem e saímos. Nós demos a mão e Jake me levou em direcção à gruta que em tempos, nos tinha feito quase descontrolar.
- Jake, nós não íamos jantar? – eu perguntei quando ele me mandou entrar na gruta.
- E vamos, aqui. – ele disse.
- Ah… – eu disse sem entender.
Quando entrei naquela gruta maravilhosa, eu logo entendi o que ele queria dizer. Tinha uma mesa posta para dois, com pratos. Um rádio tocando música ambiente e um colchão.
- Lindo…mas para quê o colchão?
- Achei que você pudesse querer dormir aqui. Ver as estrelas e passar uma noite diferente…
- Bem pensado. – eu disse – Isso está tudo muito bonito, você teve tempo de fazer tudo isso enquanto eu tive dormindo?
- Sim e não.
- Como assim?
- Eu planejei isso com Alice. Ela sabia que nós adoramos essa gruta da ultima vez…a diferença é que da última vez o Edward soube e ficou furioso…agora nós somos casados, podemos fazer tudo o que quisermos e o meu querido sogro não vai dizer nada.
- Genial! Gostei. Vamos jantar, então?
- Claro, senhorita Renesmee Carlie Swan Cullen Black. – ele disse e afastou a cadeira para eu me sentar. Me sentei e ele foi se sentar do outro lado da mesa.
Ele me serviu e a ele também. O jantar estava maravilhoso. Tudo estava correndo mais que bem.
Quando terminámos de comer ele me chamou para dançar…Dançámos tanto que eu fiquei fervendo de calor. Também, quem não fica fervendo com o Jake?
- Tá calor aqui. – eu comentei.
- E se déssemos um mergulho? – ele perguntou. Eu olhei duas vezes para o lago e duas vezes para ele e me decidi. Não disse nada do que eu tinha decidido. Apenas agi.
Retirei meu vestido e ele ficou me olhando boquiaberto. Retirei minha langerie, que tinha na mala que tia Alice preparou (mais uma vez ousada) e joguei num canto. Entrei completamente nua no lago, o provocando.
- Não vem dar um mergulho, senhor Black? – eu provoquei com uma voz extremamente sedutora.
Ele olhou para mim, ainda espantado, mas automaticamente reagiu com um sorriso enorme. Ele começou se despindo e entrou no lago também.
Sem mais palavras, nos consumimos por horas naquela noite. Quando terminamos, nos deitámos no colchão que ali estava e dormimos abraçados toda a noite.
No dia seguinte, acordamos nus e abraçados, um no outro. Eu já sabia o que aconteceria se eu não me vestisse…iríamos passar o resto do dia nisso.
Me vesti depressa e o acordei.
Mais dias se passaram. Todos esses dias foram diferentes. Todos os dias arranjávamos um sítio diferente para nos amarmos. Isso era muito gratificante. Ainda só houve um dia que dormimos na cama do nosso quarto. Hoje fazia uma semana que estávamos aqui.
- Jake, da outra vez…ficámos de ver as estrelas, mas não as vimos. – eu disse.
- Podíamos ir dormir essa noite naquela casa da árvore que descobrimos ontem. Víamos as estrelas, sem problemas. – ele disse maroto.
- Ok, hoje vamos ver as estrelas na casa da árvore. – eu disse entusiasmada.
A noite chegou e nós decidimos jantar aqui em casa. Depois do jantar, fomos para a casa da árvore. Ficamos vendo as estrelas abraçados e conversando por um bom tempo até que ele me beijou. Fomos para o interior da casa da árvore e nos amámos.
Daqui por duas semanas estaríamos voltando para casa…mas eu tinha certeza que minha lua-de-mel ainda tinha muito para dar.
Nota da Autora:
Obrigada pelos comentários.
Respondendo à questão, não sei nada sobre plyvore. Eu trabalho com o photobucket.
Bjs e comentem. Tamos quase no finalzinho, né? (4 comentários = capítulo 28 postado).
Fanfic escrita por: Caroline Medeiros
O vestido era realmente lindo. Muito adequado para quem ia para uma lua-de-mel.
Jake não deixou de me elogiar. Ele também estava bonito com umas calças sociais pretas e uma camiseta branca.
Fechámos a nossa linda casa após comermos na nossa cozinha maravilhosa.
Fomos para o meu conversível e eu confirmei que as malas estavam lá. As minhas eram brancas pérola e as de Jake eram castanhas.
Confirmei que tinha nossos passaportes e dei sinal verde para Jake avançar.
Eu só sabia que nossa viagem começava em Seattle. O restante itinerário eu desconhecia…se a curiosidade matasse e eu não fosse imortal…eu estaria morta.
Quando chegámos no aeroporto de Seattle, fizemos o check-in. Fizemos várias passagens e eu cada vez ficava mais desconfiada do lugar para onde estávamos indo.
Dormi durante algumas das viagens…mas não fui a única. Jake também dormiu.
Quando chegámos na última paragem, eu já tinha 99% de certezas de onde Jake estava me levando.
Quando entrámos no iate de minha família, minhas duvidas acabaram. Nós estávamos indo para a ilha Rose!
- Jake, nós estamos indo para a ilha Rose! – eu disse convicta.
- É…não dá mais para esconder…
- Sim…ai, tão lindo que isso vai ser! – eu disse.
- É. Essa ilha tem um ar muito respirável…romântico…quase mágico.
- Disse tudo! – eu disse e Jake parou o iate.
Ele disse para eu esperar aqui. Ele carregou nossas malas e provavelmente foi colocá-las na casa. Ele veio me buscar e eu enrolei minhas pernas em sua cintura.
- Por onde quer começar nossa lua-de-mel? – Jake perguntou.
- Se não se importa…pela cozinha…
- Ah! Claro, você já não come há muitas horas e nosso filho também. Eu também tenho fome.
- É…é isso. – eu disse ainda frustrada por ter de gastar nosso tempo comendo.
- Isso tá realmente maravilhoso. – Jake disse – Tenho que agradecer à baixinha, seja quem for que ela tenha contratado, cozinha muito bem.
- É…vou ligar para casa. Vou avisar que chegámos bem.
- Faz isso. – eu concordou e eu peguei no meu celular.
- Oi mamãe! – eu disse.
- Nessie, vocês já chegaram?
- Já. – eu disse.
- Como estão as coisas por ai?
- Eu e Jake chegámos há pouco tempo e agora estamos comendo. – eu disse.
- Correu tudo bem?
- Sim. – eu disse incerta do que ela se estava referindo…se da viagem ou da minha noite de núpcias.
- Tudo bem, não vos incomodo mais. – ela disse – Seu pai diz que te ama muito e que já tem saudades de você. O resto está mandando beijinhos também. Te amo, filha.
- Vos amo também. Beijos!
- Beijos e se divirta! – ela disse e eu desliguei.
Nós comemos e fomos diretos para nosso quarto. Nos instalamos e nos arrumámos para sair.
- Sabe onde poderíamos começar? – eu perguntei.
- Tem alguma ideia, Nessie?
- Por acaso… – eu admiti.
- Conta!
- Podíamos ir naquela gruta…
- Aquela gruta? AQUELA que…
- Sim, essa mesmo.
- Porque não deixamos isso para logo à noite? Podíamos ir passear primeiro.
- Tudo bem. – eu concordei.
Durante essa tarde fomos aquele lago com cisnes com arcos em coração que tínhamos visto da outra vez.
Passeámos e namorámos muito até ao jantar. Ao anoitecer, Jake e eu fomos para casa e eu cai na cama estafada.
Não sei por quanto tempo dormi, mas quando acordei chamei pelo Jake.
- Jake…Jake?? – eu chamei, mas não obtive resposta. Fiquei preocupada e desci no andar de baixo.
Não havia sinal dele. Onde ele estava? Decidi telefonar para ele. Peguei no meu celular e liguei para ele.
- Oi, princesa. – Jake disse.
- Oi Jake…Eu acordei e você…você não está aqui…Onde você está? – eu perguntei.
- Ah…eu vou indo para casa. Tome um banho e se arrume. – ele disse.
- Ok… Até já. – eu disse confusa.
- Até já. Te amo.
Subi para nosso quarto e fui direta no banheiro. Olhei para minha face…tive um susto. Que cara de sono…essa gravidez tá me fazendo dormir imenso!
Despi minhas roupas e entrei na água quente. Esse banho foi tão relaxante. Olhei para minha mão esquerda, aquela simples aliança me traz tanta felicidade. Eu estou casada com Jake, o que poderia eu querer mais? Minha vida é perfeita! Meu bebê se mexeu e eu coloquei minha mão no meu ventre.
- Eu sei que você também está feliz, bebê. Muito feliz…como a mamãe. – eu falei para minha criança.
Como se concordasse, ele chutou.
Sai do banheiro e abri minhas malas. Encontrei roupas maravilhosas e não só…tia Alice deixou muita langerie aqui também.
Encontrei um vestido preto com aplicações de brilhantes tomara-que-caia. Vesti ele e calcei uns sapatos agulha pretos em pele. Eles eram simplesmente lindos.
Voltei para o banheiro, para acabar de me arrumar.
Estiquei meu cabelo e coloquei uns brincos lindos. Maquilhei minha face. No fim, pude ver que tia Alice aprovaria minha escola. Ficou realmente bem em mim.
- Senhorita Black…cheguei! – ouvi o Jake dizer.
- Já vou meu amor. – eu disse e acabei de aplicar o gloss em meus lábios. Agora sim eu estava perfeita.
Quando sai do banheiro, Jake estava num terno lindo, com uma rosa vermelha na boca, de joelhos.
- Me perdoa a ter feito esperar, senhorita Black? – ele disse me oferecendo a rosa. Eu aceitei e sorri.
- Claro…
- Aceita jantar comigo fora, essa noite? – ele perguntou.
- Claro que sim. – eu disse. Ele se levantou, me beijou e soprou nos meus ouvidos:
- Você está linda, mais uma vez! – ele disse com seu hálito quente e beijou meu pescoço, um pouco abaixo da minha orelha.
- Você também. – eu disse e puxei sua face, seus lábios para os meus.
- Vamos? – ele perguntou entre o beijo.
- Sim… – eu disse recuperando o fôlego, quando nosso beijo terminou.
Eu peguei minha mala, com meu celular e minha maquilhagem e saímos. Nós demos a mão e Jake me levou em direcção à gruta que em tempos, nos tinha feito quase descontrolar.
- Jake, nós não íamos jantar? – eu perguntei quando ele me mandou entrar na gruta.
- E vamos, aqui. – ele disse.
- Ah… – eu disse sem entender.
Quando entrei naquela gruta maravilhosa, eu logo entendi o que ele queria dizer. Tinha uma mesa posta para dois, com pratos. Um rádio tocando música ambiente e um colchão.
- Lindo…mas para quê o colchão?
- Achei que você pudesse querer dormir aqui. Ver as estrelas e passar uma noite diferente…
- Bem pensado. – eu disse – Isso está tudo muito bonito, você teve tempo de fazer tudo isso enquanto eu tive dormindo?
- Sim e não.
- Como assim?
- Eu planejei isso com Alice. Ela sabia que nós adoramos essa gruta da ultima vez…a diferença é que da última vez o Edward soube e ficou furioso…agora nós somos casados, podemos fazer tudo o que quisermos e o meu querido sogro não vai dizer nada.
- Genial! Gostei. Vamos jantar, então?
- Claro, senhorita Renesmee Carlie Swan Cullen Black. – ele disse e afastou a cadeira para eu me sentar. Me sentei e ele foi se sentar do outro lado da mesa.
Ele me serviu e a ele também. O jantar estava maravilhoso. Tudo estava correndo mais que bem.
Quando terminámos de comer ele me chamou para dançar…Dançámos tanto que eu fiquei fervendo de calor. Também, quem não fica fervendo com o Jake?
- Tá calor aqui. – eu comentei.
- E se déssemos um mergulho? – ele perguntou. Eu olhei duas vezes para o lago e duas vezes para ele e me decidi. Não disse nada do que eu tinha decidido. Apenas agi.
Retirei meu vestido e ele ficou me olhando boquiaberto. Retirei minha langerie, que tinha na mala que tia Alice preparou (mais uma vez ousada) e joguei num canto. Entrei completamente nua no lago, o provocando.
- Não vem dar um mergulho, senhor Black? – eu provoquei com uma voz extremamente sedutora.
Ele olhou para mim, ainda espantado, mas automaticamente reagiu com um sorriso enorme. Ele começou se despindo e entrou no lago também.
Sem mais palavras, nos consumimos por horas naquela noite. Quando terminamos, nos deitámos no colchão que ali estava e dormimos abraçados toda a noite.
No dia seguinte, acordamos nus e abraçados, um no outro. Eu já sabia o que aconteceria se eu não me vestisse…iríamos passar o resto do dia nisso.
Me vesti depressa e o acordei.
Mais dias se passaram. Todos esses dias foram diferentes. Todos os dias arranjávamos um sítio diferente para nos amarmos. Isso era muito gratificante. Ainda só houve um dia que dormimos na cama do nosso quarto. Hoje fazia uma semana que estávamos aqui.
- Jake, da outra vez…ficámos de ver as estrelas, mas não as vimos. – eu disse.
- Podíamos ir dormir essa noite naquela casa da árvore que descobrimos ontem. Víamos as estrelas, sem problemas. – ele disse maroto.
- Ok, hoje vamos ver as estrelas na casa da árvore. – eu disse entusiasmada.
A noite chegou e nós decidimos jantar aqui em casa. Depois do jantar, fomos para a casa da árvore. Ficamos vendo as estrelas abraçados e conversando por um bom tempo até que ele me beijou. Fomos para o interior da casa da árvore e nos amámos.
Daqui por duas semanas estaríamos voltando para casa…mas eu tinha certeza que minha lua-de-mel ainda tinha muito para dar.
Nota da Autora:
Obrigada pelos comentários.
Respondendo à questão, não sei nada sobre plyvore. Eu trabalho com o photobucket.
Bjs e comentem. Tamos quase no finalzinho, né? (4 comentários = capítulo 28 postado).
Fanfic escrita por: Caroline Medeiros
Assinar:
Postagens (Atom)
